09.27.08

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS DO CRISTIANISMO

Posted in ESTUDO BIBLICO at 03:41 de andersson

              Observação: Deve-se considerar que, ainda hoje, alguns acontecimentos históricos do cristianismo são debatidos quanto à precisão de suas datas, ou seja, os subsídios cronológicos aqui expostos estão amparados por uma tolerância relevante para obtenção de dados fidedignos.

              4 a.C. – Nascimento do Messias em Belém.

              30 d.C. – Crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo em Jerusalém.

              70 d.C. – Jerusalém é devastada pelo império Romano. Os cristãos de Jerusalém são dispersos pelo mundo.

              110 d.C. – Os pais da Igreja se tornam pessoas importantes na defesa da fé e na propagação do evangelho.

              156 d.C. – Surge o termo “Igreja Católica”.

              160 d.C. – Márcion tenta introduzir o gnosticismo, considerado, posteriormente, um movimento herético.

              180 d.C. – Nascimento de Sabélio, um dos expoentes da heresia modalista que negava a Trindade e ensinava as várias manifestações de Deus.218 d.C. – Surge o ensinamento de Pedro ter sido o primeiro Papa.

              312 d.C. – Início da adoração aos santos.

              313 d.C. – O Imperador Constantino concede liberdade religiosa; Eusébio consegue a permissão do imperador para confeccionar 50 bíblias.

              325 d.C. – Concílio de Nicéia: primeiro encontro ecumênico do cristianismo. Condenou o arianismo e promulgou o credo conhecido como Símbolo de Nicéia.

              367 d.C. – Concílio de Hipo: ratificação dos 66 livros da Bíblia SagradaDaqui para frente, devido à influência do Estado e, principalmente, à intervenção do imperador Teodósio, sucessor de Constantino, o cristianismo começaria a deteriorar até tornar-se catolicismo.

              386 d.C. – No século IV, São Jerônimo prepara a tradução latina da Bíblia – a Vulgata.

              400 d.C. – Maria passa a ser considerada “mãe de Deus” e os católicos começam a interceder pelos mortos.

              431 d.C. – Instituição do culto a Maria no concílio de Éfeso.

             451 d.C. – Surge a Doutrina da virgindade perpétua de Maria.

             503 d.C. – Os “cristãos” decretam o Purgatório.

             554 d.C. – Convencionou-se o nascimento de Cristo para a data de 25 de dezembro. O Natal cristão.

             600 d.C. – Gregório, o Grande, torna-se o primeiro Papa oficialmente aceito. Podemos considerar a instituição oficial da Igreja Católica Apostólica Romana daqui para frente.

             787 d.C. – Instituição do culto às imagens e às relíquias no II Concílio de Nicéia.

             794 d.C. – Concílio de Frankfurt, cuja decisão era absolutamente contrária ao culto às imagens.

             816 d.C. – Cláudio, bispo de Turim. É considerado “o protestante do século IX”.

             850 d.C. – Concílio de Paiva. Instituição do rosário e da coroa da virgem Maria e da doutrina da transubstanciação.

              880 d.C. – Início da canonização dos santos.

             1000 d.C. – O Ano do Pânico. Um ermitão de Turíngia, Bernhard, iniciou uma pregação apocalíptica anunciando por 40 anos que o mundo chegaria ao fim no ano 1000. A Europa espera terminantemente pelo fim do mundo.

1054 d.C. – A Igreja Ortodoxa de Constantinopla separa-se da Igreja de Roma.

1073 d.C. – Hildebrando chega à cadeira Papal, tomando o nome de Gregório VIII. Foi o responsável por implantar a doutrina do celibato na Igreja.

1094 d.C. – No Concílio de Clermont a Igreja Católica cria as indulgências (venda de salvação).

1100 d.C. – Institui-se na Igreja Católica o pagamento pelas missas e pelo culto aos santos.

1160 d.C. – A Igreja Católica estabelece os Sete Sacramentos.

1184 d.C. – A “Santa Inquisição” é estabelecida no Concílio de Verona.

1229 d.C. – A Igreja Católica proíbe aos leigos a leitura da Bíblia.

1250 d.C. – A Bíblia é dividida em 1189 capítulos.

1275 d.C. – A transubstanciação da hóstia é transformada em artigo de fé.

1355 d.C. – Na França, o “Santo Sudário” aparece pela primeira vez.

1380 d.C. – John Wycliff: professor de Oxford, Inglaterra, defendeu o direito que o povo tinha de ler a Bíblia, traduzindo-a para o inglês.

1409 d.C. – Nesse período, a Igreja Católica contou com três papas, simultaneamente.

1015 d.C. – John Huss: reitor da Universidade de Praga, Boêmia, exaltava as Escrituras acima dos dogmas. Foi queimado vivo.

1450 d.C. – A primeira Bíblia foi impressa e é conhecida como a “Bíblia de Gutenberg”.

1494 d.C. –William Tyndale: sua edição final do Novo Testamento foi cumprida em 1535. Com isso, iniciou a tradução do Velho Testamento, porém não viveu o suficiente para termina-la. 

1494 d.C. –Jerônimo Savonarola: pregava como um dos profetas hebreus. Foi enforcado e queimado na grande praça de Florença 19 anos antes das 95 teses de Lutero.

1500 d.C. –Primeira missa celebrada no Brasil.

1517 d.C. –Martinho Lutero lança suas 95 teses contra a Igreja Católica. Com isso, a Reforma Protestante chega para guinar definitivamente a História da Igreja Cristã.

1520 d.C. –O papa Leão X excomunga Lutero do catolicismo romano.

1522 d.C. –Lutero traduz e publica a primeira Bíblia em alemão (Novo Testamento).

1525 d.C. –Zuínglio: convenceu-se, por volta de 1516, que a Bíblia era o meio de purificar a Igreja. Nesse período, a bíblia é dividida por versículos: 31.173.1541 d.C. –Calvino funda a Igreja Calvinista (futura Igreja Presbiteriana). Foi considerado o maior teólogo da cristandade.

1545 d.C. –Concílio de Trento: concílio ecumênico da Igreja Católica (1545-1563), importante por suas decisões sobre os dogmas e a legislação eclesiástica: a contra-reforma.

1556 d.C. –João Calvino envia ao Brasil um grupo de colonos e pastores reformados, que se fixam na “França Antártica”, uma das ilhas da baía de Guanabara no Rio de Janeiro.

1557 d.C. –Os evangélicos franceses realizaram o primeiro culto protestante do Brasil e, possivelmente, do Novo Mundo. Também foram os autores da bela “Confissão de Fé da Guanabara”.

1572 d.C. –Morte de John Knox, reformador protestante que tornou o presbiterianismo na religião oficial da Escócia.

1573 d.C. – A Igreja Católica altera a Bíblia original com a canonicidade de sete livros apócrifos.

1600 d.C. – Surge o pietismo, movimento de santidade originado na Igreja Luterana.

1604 d.C. – Nasce na Inglaterra a Igreja Batista.

1611 d.C. – A “Versão King James” da Bíblia em inglês é lançada.

1620 d.C. – As missões protestantes chegam nas treze colônias (Estados Unidos).

1632 d.C. – Galileu é condenado pela Inquisição Católica. Seu pecado: desqualificar o “geocentrismo” e a transubstanciação.

1660 d.C. – Carlos II persegue puritanos e restaura o anglicanismo como religião oficial da Inglaterra.

1700 d.C. – Nasce o maior avivamento missionário da história da igreja com os irmãos Morávios.

1706 d.C. – Início do Presbiterianismo nos Estados Unidos.

1730 d.C. – John Wesley lidera o maior reavivamento da história da Grã-Bretanha e lança as bases do metodismo.

1753 d.C. – Primeira bublicação integral da Bíblia em português traduzida pelo protestante João Ferreira de Almeida.

1780 d.C. – A Escola Dominical foi fundada por R. Raikes, na Inglaterra, para ministrar educação cristã a crianças pobres que não freqüentavam a escola.

1795 d.C. – Congregacionais, anglicanos, presbiterianos e wesleyanos fundam a Sociedade Missionária de Londres (LMS).

1807 d.C. – Robert Morrison torna-se o primeiro missionário protestante na China.

1824 d.C. – As primeiras igrejas Luteranas são formadas no sul do Brasil.

1825 d.C. – Charles Finney lidera reavivamentos evangélicos em Nova York.

1835 d.C. – Chegada dos primeiros missionários metodistas no Brasil.

1844 d.C. – O adventista Guilherme Miller prevê que neste ano ocorreria o “fim dos tempos” – é inicio Da igreja Adventista do Sétimo Dia.

1854 d.C. – O papa Pio XII cria o dogma da Imaculada Conceição de Maria.

1859 d.C. – Surge a primeira Igreja Presbiteriana Do Brasil no Rio de Janeiro.

1865 d.C. – Surge, na Inglaterra, o Exercito da Salvação. O protestante Hudson Taylor realiza a maior ação missionária para o interior da China.

1870 d.C. – I Concílio do Vaticano proclama o dogma da infalibilidade papal.

1871 d.C. – Surge a primeira Igreja Batista do Brasil em Santa Bárbara, São Paulo.

1890 d.C. – É decretada a separação entre a Igreja e o Estado Brasileiro.

1903 d.C. – Fundação da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil em São Paulo.

1908 d.C. – Nos Estados Unidos, o movimento de santidade bíblica culmina na fundação da Igreja do Nazareno.

1910 d.C. – Chegam a Belém do Pará os missionários que fundariam a Igreja Evangélica Assembléia de Deus e, em São Paulo, imigrante italiano funda a Congregação Cristã do Brasil.

1923 d.C. – Oficialmente é fundada a Igreja do Evangelho Quadrangular em Los Angeles, EUA.

1936 d.C. – A seita Testemunhas de Jeová realiza no Brasil sua primeira assembléia em São Paulo.

1950 d.C. – A mais antiga cópia conhecida do Novo Testamento é descoberta no Egito. Manuscritos das cavernas de Qunram.

1951 d.C. – A Igreja do Evangelho Quadrangular chega em São João da Boa Vista, São Paulo.

1955 d.C. – O protestante irmão André funda a agencia missionária “Missão Portas Abertas”, que leva Bíblias aos países comunistas da chamada “Cortina de ferro”.

1956 d.C. – É fundada a Igreja Pentecostal “O Brasil para Cristo”, em Pirituba, São Paulo.

1958 d.C. – Missionários norte-americanos da Igreja do Nazareno chegam a Campinas, São Paulo.1962 d.C. – Em São Paulo, o missionário David Miranda funda a Igreja Pentecostal “Deus é Amor”.

1962 d.C. – II Concílio do Vaticano.

1965 d.C. – Reaproximação entre a Igreja Católica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa. O papa Paulo VI extingue oficialmente a Inquisição.

1966 d.C. – Acontece na cidade de Berlim (Alemanha) o “I Congresso Mundial de Evangelização”.

1967 d.C. – Fundação da Igreja Metodista Wesleyana em Nova Friburgo, Rio de Janeiro.

1967 d.C. – O papa Paulo VI proíbe os católicos romanos de freqüentarem cultos evangélicos.

1974 d.C. – “II Congresso Mundial de Evangelização”, realizado em Lousanne (Suíça), onde foi lançado o famoso documento conhecido como “Pacto de Lausanne”, em que são fixados os princípios e estratégias para evangelização do mundo.

1977 d.C. – O bispo Edir Macedo funda, no Rio de Janeiro, a Igreja Universal do Reino de Deus.

1980 d.C. – Com o grande crescimento dos evangélicos no Brasil, João Paulo II torna-se o primeiro papa a visitar o país.

1980 d.C. –O missionário R.R. Soares funda a Igreja Internacional da Graça de Deus, no Rio de Janeiro.

1983 d.C. – Acontece em Belo Horizonte, MG, o “Congresso Brasileiro de Evangelização”. Marco importante no movimento missionário brasileiro.

1986 d.C. – Surge em São Paulo a Igreja Evangélica Renascer em Cristo.

1989 d.C. – Acontece o “II Congresso de Evangelização Mundial”, dessa feita em Manilla, Filipinas, sob o tema: “Proclamar a Cristo até que Ele volte”.

1994 d.C. – Oficialmente, surge o Ministério Sara Nossa Terra, em Goiânia, Goiás.

2001 d.C. – O papa João Paulo II pediu à Igreja latino-americana para fomentar uma “ação pastoral decidida” contra as seitas evangélicas, as quais definiu como um “grave obstáculo para a evangelização do continente”.

2001 d.C. – O Censo 2001, do IBGE, divulga os evangélicos como único segmento religioso a crescer acima da média da população. Estimados em 26 milhões de fiéis.  

Fonte: Revista Defesa da Fé

05.09.08

O QUE JESUS DESEJA QUE VOCÊ FAÇA

Posted in ESTUDO BIBLICO at 02:04 de andersson

                                                    

                                                                O QUE JESUS DESEJA QUE VOCÊ FAÇA

             Receber Jesus Cristo como Salvador é apenas o começo de uma nova vida. A partir de agora você precisa crescer na vida espiritual.
             Jesus deseja que você cresça na vida cristã. Ele quer que você experimente o melhor. E por querer assim, Ele diz em João 10:10 “… eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.
            No entanto, para que experimente esta vida abundante é necessário que esteja disposto a ser obediente ao que Jesus diz: “Se você me ama guardará os meus mandamentos”.(João 14:15). Aqui estão sete pontos de fé que Jesus deseja que você cumpra.

I. JESUS DESEJA QUE VOCÊ TENHA CERTEZA DA SALVAÇÃO
Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Romanos 10:13 (Decorar)

              A Bíblia apresenta três razões pelas quais você pode estar seguro de que é salvo. Primeiro, pela promessa de Jesus: “Aquele que ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”.(João 5:24)
              Segundo, porque você suplicou a Jesus que o salvasse: “Porque todo aquele que invocar o meu nome será salvo”. (Romanos 10:13). E Terceiro, por causa do testemunho do Espírito Santo, ou seja, quando você foi salvo o Espírito Santo veio habitar em sua vida. O Espírito Santo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Romanos 8:16).

QUESTIONÁRIO

1. O que é necessário fazer para ser salvo? (Atos 16:31)
R :

2. O que Jesus promete a todos que o invocam? (Romanos 10:13)
R :

3. Que tipo de vida é prometida àqueles que aceitam a Cristo como Salvador? (João 3:16)
R :

4. Nenhum crente vive uma vida sem pecado. Quando você peca o que é preciso fazer para receber o perdão de Deus? (I João 1:9)
R :

 

JESUS DESEJA QUE VOCÊ LEIA A BÍBLIA DIARIAMENTE

             Toda escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender,
para corrigir, para instruir em justiça; a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra. II Timóteo 3:16, 17 (Decorar).

            Você tem na Palavra de Deus o seu alimento espiritual. Da mesma forma que o alimento é necessário para o crescimento físico a Palavra de Deus é necessária ao seu crescimento espiritual. Em I Pedro 2:2 está registrado: “Desejai afetuosamente, como meninos recém-nascidos o leite racional para que por ele vades crescendo”. Para crescer na vida cristã você precisa separar um tempo para estudo diário da Bíblia. 

             É melhor começar pelo Novo Testamento. Com o evangelho de João. Além deste momento diário, você deve participar do estudo bíblico da Igreja, que visa lhe ajudar no crescimento espiritual.

QUESTIONÁRIO

1. Em que a Bíblia é diferente dos outros livros? (II Pedro 1: 20,21)
R

2. Como pode a palavra de Deus ajudar em nossa vida diária? (Salmo 119:105)
R

3. Como podemos saber que a palavra de Deus é verdadeira e que podemos confiar nela? (II Timóteo 3:16/Hebreus 4:12)
R

4. Por que você deve estudar a Bíblia sempre? (Atos 17:11 e I Pedro 2:2)
R

 

JESUS DESEJA QUE VOCÊ ORE DIARIAMENTE

             “Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e pela súplica, com ações de graças, sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus. E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus”. Filipenses 4: 6,7 (Decorar)

              Como crente em Cristo você tem o maravilhoso privilégio de orar. Jesus disse: “Até agora nada pediste em meu nome; pedi e recebereis, para que a vosso gozo se cumpra”.(João 16:24). A oração é uma parte muito importante na sua nova vida de crente. Deus o ama e quer que você se achegue a Ele diariamente com todas as suas necessidades.
             Jesus passou muito tempo em oração. Houve ocasiões em que Ele passou noites inteiras orando. A oração era parte vital de Sua vida. Mantenha um momento certo, a cada dia, para estar sozinho orando.


QUESTIONÁRIO

1. Qual é o privilégio que você possui agora como crente? (João 16:24)
R

2. Que instruções Cristo deu a respeito da vida de oração pessoal? (Mateus 6:6)
R

3. Qual é a promessa divina para aquele que tem uma vida de oração? (Jeremias 33:3)
R

4. Que necessidades você pode levar a Deus em oração? (Filipenses 4: 6)
R

5. Por que você deve orar a Deus em nome de Jesus? (João 14:6 e I Timóteo 2:5)
R

 

JESUS DESEJA QUE VOCÊ CONTRIBUA

               “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama ao que dá com alegria”. II Coríntios 9:7 (Decorar)

               A Bíblia ensina que cada crente deve participar no sustento do trabalho de Deus. “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, conforme a sua prosperidade…’’(I Coríntios 16:2)”.
               O plano divino para a manutenção do trabalho, apresentado na Bíblia, requer a décima parte do total de sua renda. Isso é o dízimo. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro… e depois fazei prova de mim, diz o senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela não venha maior abastança”.
(Malaquias 3:10).

QUESTIONÁRIO

1. Como deve ser sustentado o trabalho da Igreja? (I Coríntios 16:2).
R

2. Que atitude deve possuir o crente com respeito à contribuição? (II Coríntios 9:7)
R

3. A quem pertence o dízimo? (Levítico 27:30-32)
R

4. Onde deve ser entregue o dízimo? (Malaquias 3:10)
R

5. O que Deus promete com respeito às nossas necessidades? (Filipenses 4:19)
R

JESUS DESEJA QUE VOCÊ DEIXE O ESPÍRITO SANTO GUIAR SUA VIDA

               “E não vos embriagueis com vinho, em que há devassidão, mas enchei-vos de Espírito, falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração”.Efésios 5:18 (Decorar)

                O Espírito Santo passou a fazer parte da sua vida no momento em você aceitou a Cristo como Salvador. Você encontra a confirmação de que o Espírito Santo habita em cada crente nas seguintes passagens bíblicas: “E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará um outro Consolador (o Espírito Santo), para que fique convosco para sempre. Ele habita convosco, e estará sempre em vós”. (João 14:16, 17). “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a Palavra da Verdade, o Evangelho da vossa salvação; e, tendo, nele também crido, fostes promessa”(Efésios 1:13). A partir de agora é necessário que você deixe o Espírito liderar e controlar a sua vida. A Bíblia diz para “… sermos cheios do Espírito”. (Efésios 5:18). Isto significa que o Espírito Santo deve preencher todo o seu interior.

QUESTIONÁRIO

1. Depois de salvo quem passou habitar em você? (Romanos 8: 9)
R

2. O que Jesus prometeu aos crentes? (João 14: 16,17)
R

3. Por quanto tempo o Espírito Santo habita em você? (João 14:16)
R

4. De que maneira você pode entristecer o Espírito Santo? (Efésios 4: 30-32)
R

5. Se o Espírito Santo enche e controla a sua vida, que qualidade Ele produzirá em você? (Gálatas 5:22, 23)

R

  

JESUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA BATIZADO

           “Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do pai e do Filho e do Espírito Santo”. Mateus 28:19 (Decorar)

            O batismo é uma das ordenanças de Jesus Cristo para você. Ele retrata a morte, e o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo. É um ato que significa a pública profissão de fé em Cristo. Por isso ele é para o novo crente, o primeiro passo na obediência às ordens de Jesus Cristo.
            O batismo simboliza a morte da vida carnal e a ressurreição para a vida espiritual – a nova vida em Cristo. O batismo é também um testemunho público da transformação que ocorre na vida do pecador.
            Jesus foi batizado por João Batista. Seus seguidores também foram batizados. No livro de Atos, cada pessoa que aceitava a Cristo como seu Salvador era batizada. Através dos tempos, muitos têm se batizado, cumprindo assim a ordenança e confessando sua fé em Cristo Você deseja ser batizado?


QUESTIONÁRIO

1. Quem batizou Jesus? Mateus 3:13
R

2. Como Deus mostrou sua aprovação ao batismo de Jesus? Mateus 3:17
R

3. Qual o requisito para alguém ser batizado? Atos 8:36-38
R

4. O carcereiro de Filipos e sua família foram salvos numa noite. Quando eles foram batizados? Atos 16:33.
R

5. Em Mateus 28: 19,20 o que Jesus ordena que façamos?
R

OS NOMES DE DEUS

Posted in ESTUDO BIBLICO at 01:28 de andersson

OS CINCO PRINCIPAIS NOME DE DEUS
1) ELOHIM - DEUS PODEROSO EM SUA FORMA PLURAL - CRIADOR
2) JEOVÁ - DEUS AUTO-EXISTENTE, REVELADOR E REMIDOR 
3) EL - DEUS
4) ELOAH - DEUS ESSENCIALMENTE DIVINO
5) ADONAI - SENHOR, MESTRE, DONO DO POVO
OS SETE NOMES ADICIONAIS DE JEOVÁ
1) JEOVÁ - JIREH - O DEUS QUE PROVÊ  -  GN 22
2) JEOVÁ - RAPHA - O SENHOR QUE SARA  -  ÊX 15:16
3) JEOVÁ - NISSI - O SENHOR É A MINHA BANDEIRA -   ÊX 17:15,16
4) JEOVÁ - SHALLON - O SENHOR É A MINHA PAZ  -  JZ 6:24
5) JEOVÁ - RAAH - O SENHOR É MEU PASTOR  -  SL 23 
6) JEOVÁ - TSIDEKENU - DEUS QUE É JUSTIÇA - JR 23:6 
7) JEOVÁ - SHAMAH - O SENHOR ESTÁ ALI -  EZ 48:35
OUTRAS COMPOSIÇÕES COM O NOME DE JEOVÁ
1) JEOVÁ - JAH - O ÚNICO INDEPENDENTE SENHOR - SL 68:4
2) JEOVÁ - EL - O SENHOR NOSSO DEUS - SL 31:5 - ÊX 34:6
3) JEOVÁ - ADON - DEUS SENHOR - NE 10:29
4) JEOVÁ - MEKADESHEEN - O SENHOR QUE SANTIFICA - LV 20:8
5) JEOVÁ - ELOHEKA - O SENHOR TEU DEUS - DT 16:6
6) JEOVÁ - HOSSENU - O SENHOR NOSSO DEUS - SL 95:6
7) JEOVÁ - TSEBAOTH - SENHOR DOS EXÉRCITOS - ZC 4:6

03.02.08

O QUE É LIDERANÇA?

Posted in ESTUDO BIBLICO at 15:48 de andersson

O QUE É LIDERANÇA?

OBJETIVO DO ESTUDO


      O desejo do nosso coração é que ao término desta lição você tenha uma nova visão sobre o que vem a ser liderança. Conhecendo um pouco mais sobre o assunto e levando em consideração a grande necessidade de líderes genuínos usados por Deus nesta geração em que vivemos, cremos que algo novo brotará em seu coração, impulsionando-o para um ministério abençoado sob a suprema liderança do Espírito Santo.


INTRODUÇÃO

      Para falar sobre liderança precisamos antes falar sobre o líder, tendo em vista que liderança é a função do líder. Líder, por sua vez, é aquele que está à frente de um determinado grupo e que tem a responsabilidade de motivar, guiar, instruir e conduzir tal grupo ou equipe a atingir seus objetivos e ideais. A esta influência positiva do líder sobre os seus liderados chamamos de liderança.
      Infelizmente, o conceito de liderança muitas vezes é interpretado erroneamente. Há uma diferença muito grande entre “chefiar” e “liderar”. Nem sempre um chefe é um líder, bem como aquele que lidera nem sempre ocupa um cargo de chefia. O chefe é instituído formalmente por nomeação; por exemplo, um chefe de setor de uma empresa.
      O líder pode não depender de uma nomeação, pois a sua liderança é natural e reconhecida. O chefe tem a missão de atingir objetivos utilizando-se dos recursos humanos e materiais, enquanto que o líder trabalha com as pessoas à fim de motivá-las e encorajá-las a alcançarem os objetivos propostos. As ordens de um chefe são obedecidas por força da sua posição. A liderança de um líder é reconhecida e seguida voluntariamente, sem imposição. O verdadeiro líder nunca usará tal expressão: “Aqui quem manda sou eu !!!”. Ele não precisa disto por não ter subordinados e sim seguidores.

COMO SURGE A LIDERANÇA

      Há pessoas que acreditam que o líder já nasce líder e que é só deixá-lo à vontade que ele vai fazer fluir a sua liderança naturalmente. Outros, porém, crêem que todos nós temos um potencial de liderança que precisa ser desenvolvido e aperfeiçoado.
      Creio, particularmente, que as duas posições podem ser consideradas verdadeiras, contanto que observemos algumas coisas. Por exemplo, o líder nato, embora esteja livre para fazer fluir a sua liderança, precisa de acompanhamento de pessoas mais maduras que o orientarão no exercício da sua liderança para que, por falhas de caráter principalmente, não venha a se tornar um ditador ou alguém em quem não se pode confiar. Por outro lado, os que não podem ser considerados líderes natos mas que possuem um potencial de liderança a ser desenvolvido, precisam aprender técnicas de liderança que os ajudarão a desenvolverem seus ministérios com maior eficácia. No entanto, esse último grupo precisa estar consciente de que todas as técnicas de liderança se tornarão inúteis se o líder não possuir uma personalidade firme, ou se possuir uma auto-estima muito fraca. Portanto, maturidade emocional e técnicas de liderança são dois ingredientes essenciais para o líder.

O DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA

      Creio que tanto para o líder nato como para o que apenas tem um potencial de liderança a ser desenvolvido, trabalhar para que tal liderança seja cada vez mais benéfica para o próximo é dever de cada um.
Podemos definir como parte integrante do índice de elementos que devem fazer parte da vida de um líder, os seguintes pontos:

CONHECIMENTO

       Quem exerce a liderança precisa estar sempre envolvido na arte de conhecer as suas atribuições e funções, bem como procurando sempre se aperfeiçoar no conhecimento da personalidade das pessoas com quem ele está trabalhando, para que esteja inteirado das suas necessidades, ambições e desejos. Não precisamos de muitos argumentos para dizer que cada pessoa é um mundo, diferente um do outro, e que especializar-se no trato com as pessoas é dever de cada pessoa que se propôs a conduzi-las.
       Já comentamos que além do conhecimento das atribuições e das pessoas, o líder precisa se inteirar constantemente das técnicas de liderança que, uma vez aplicadas, serão de grande valia no seu ministério.

RESPONSABILIDADE

       A responsabilidade é, sem dúvida, um elemento indispensável no exercício da liderança. É ela quem vai levar o líder a traçar metas, fixar alvos, e planejar os objetivos; e é ela quem vai estimulá-lo a permanecer perseverantemente até conquistar os objetivos determinados. Sem responsabilidade não se fixa metas, nem se chega a lugar algum. Um líder responsável sabe que o seu trabalho se propõe a realizar alguma coisa e que as pessoas que estão envolvidas em seu ministério não podem correr o risco de estarem investindo tempo, motivação, dinheiro (às vezes), em coisas que não chegam a lugar algum. A responsabilidade vai determinar um início, um desenvolvimento e uma conclusão para cada projeto em que se trabalha, de forma, que cada pessoa, tanto o líder como os liderados, podem afirmar com satisfação: “estou realizando algo de valor!”.

SENSIBILIDADE


       Alguém que evidencia uma boa liderança no trato com crianças pode não ser tão bom assim com adolescentes. O que ocupa muito bem o cargo de subchefia ao ser promovido para chefe pode não se dar tão bem como antes. É claro que isto é apenas uma possibilidade, e não uma regra geral. No entanto, precisamos de sensibilidade para saber qual é o nosso melhor lugar de atuação para que não nos frustremos a nós mesmos e aos outros. Sensibilidade para saber quando é necessário recuar ao invés de avançar. Sensibilidade para recusar uma promoção para um cargo para o qual não se está devidamente preparado, mas também sensibilidade para aceitar desafios mesmo quando alguns se mostram temerosos. Sensibilidade com boa dose de humildade para saber ceder o seu posto de liderança e entregá-lo a uma outra pessoa quando o grupo se vê prejudicado com a sua liderança. Inevitavelmente surge em nossas mentes quando tratamos desse assunto a palavra “incompetência”. Incompetência para liderar numa determinada área. Porém, por mais forte que possa parecer essa palavra, devemos entender que a incompetência pode se limitar apenas àquela determinada atividade que está se desenvolvendo e não, necessariamente, uma incompetência ligada a tudo o que se faz.


CONCLUSÃO

       Nos próximos capítulos vamos continuar trabalhando em torno deste tema, procurando entender mais especificamente qual o papel do líder no corpo de Cristo, o perfil do líder e alguns exemplos bíblicos de como exerceram seus papéis os líderes que foram poderosamente usados por Deus no passado.

O PAPEL DO LÍDER NO CORPO

OBJETIVO DO ESTUDO


       Temos por objetivo ajudá-lo a entender qual o papel do líder no corpo de Cristo. No final desta lição você deverá compreender claramente o que deve fazer ou desenvolver, a pessoa que ocupa a função de liderança dentro do Reino de Deus.


UM LÍDER, UM ADMINISTRADOR

       O papel principal do líder dentro do corpo de Cristo ou dentro de qualquer outro segmento, seja religioso ou não, está relacionado à administração. Administrar é conseguir as coisas feitas através de outras pessoas. Portanto, na arte de liderar o líder sempre está envolvido com as pessoas, delegando responsabilidades, supervisionando o trabalho, corrigindo falhas, estipulando prazos, etc. Se a sua administração for boa as coisas serão feitas satisfatoriamente e as pessoas se sentirão realizadas. Se a administração for má, é possível que não se atinjam os objetivos e as pessoas saiam frustradas. De maneira que não dá para fugir da responsabilidade administrativa. A administração é um dom de Deus. A capacidade de organizar as coisas para facilitar o trabalho das outras pessoas é uma habilidade divina que todo líder deve se empenhar mais e mais para buscá-la. Nenhum líder pode se dar o direito de querer continuar liderando sem se esmerar no desenvolvimento das habilidades administrativas. Em outras palavras, ele não tem o direito de dizer: “Quero liderar mas não quero administrar!”.
       Isto não existe. O líder, necessariamente, precisa ser um administrador. Em alguns casos, tomando como exemplo o próprio ministério pastoral, o pastor acha por bem convidar alguém da sua congregação para desempenhar funções administrativas na igreja. Não há nenhum problema quanto a isto. Um administrador que auxilie o pastor no exercício do ministério tirará dele a sobrecarga e o liberará para o ministério da oração, da Palavra, e do cuidado das ovelhas.
No entanto, mesmo neste caso, o pastor precisa se conscientizar que ele mesmo continua sendo o administrador geral. Qualquer outro trabalho administrativo pode e deve ser realizado por uma outra pessoa como forma de cooperação, mas a visão maior vem do pastor. Todos os administradores trabalham dentro da visão que o pastor transmitiu, sendo que este mesmo é o delegador de responsabilidades e supervisor geral.
No exercício da administração o líder vai se ver incumbido de três responsabilidades: planejar, executar, avaliar. À respeito disto vamos falar agora:

PLANEJAR

       Planejar é a arte de fazer com que as coisas aconteçam. O planejamento envolve, em primeiro lugar, estabelecer alvos definidos a curto, médio, e longo prazos. Para que o planejamento seja eficaz o líder precisa ter a “visão” bem definida em sua mente do que quer fazer ou realizar. Uma visão clara o ajudará a transmitir aos outros da sua equipe de forma que todos saibam responder às seguintes perguntas: o que fazer? onde fazer? quando fazer? com que fazer? como fazer? por que fazer? Outra questão a considerar é se os alvos dentro do planejamento são realmente relevantes ou apenas românticos e belos. Será que o que se almeja é a prioridade para o momento ou se teria outra coisa mais urgente e necessária para se atingir?! Precisamos ver também se os alvos que estamos estabelecendo são possíveis ou se estamos sujeitando nossa equipe ao fracasso e à frustração.
       Mais uma questão a ser considerada é se os alvos já fazem parte da motivação de todo o grupo porque ele já partilha do mesmo ideal do líder, ou se eles foram estabelecidos apenas para satisfazer uma ambição pessoal do líder, em nada beneficiando os demais membros do grupo.
De forma prática o planejamento envolve alguns passos que resumidamente queremos apresentar:
Para começar a caminhar para algum lugar, primeiro precisa se saber onde está.

1.Trace os objetivos.

2.Estabeleça os alvos.

3.Destaque as prioridades.

4.Identifique os obstáculos.

5.Verifique os recursos disponíveis.

6.Distribua responsabilidades.

7.Seja flexível. Qualquer plano pode ser modificado.

EXECUTAR

       Quando há um bom planejamento a execução pode transcorrer de forma tranqüila. Às vezes, um planejamento pode durar horas, meses, e até mesmo anos, para uma execução de poucos minutos. A execução é o grupo em ação colocando em prática o que foi idealizado no papel.
Na execução de um projeto bem planejado, o líder assume a função de coordenador, acompanhando passo a passo o desenvolvimento do trabalho. Através deste acompanhamento ele terá condições de corrigir eventuais problemas para que o trabalho retome o seu curso normal e não seja interrompido no caminho.
 

AVALIAR

       Para muitos a avaliação de um trabalho realizado é desnecessária, justamente por se tratar de uma realização já passada. Pra que discutir à respeito de algo já realizado? Na verdade, a avaliação é tanto importante quanto o planejamento e a execução. A avaliação é importante por vários motivos. Eis alguns deles:

1. Encarar de frente os erros cometidos. Através de uma avaliação coerente, sincera e madura, os erros serão expostos e, se corrigidos, poderão não acontecer mais em um novo empreendimento. Quando não há avaliação as falhas continuam encobertas e poderão manifestar-se novamente a qualquer novo trabalho.
 

2. A avaliação dá margem para as críticas. Se o líder for maduro o suficiente para lidar com elas, reagindo de forma equilibrada e humilde, poderá dar um excelente exemplo aos seus liderados de como se reage às críticas, o que favorece o crescimento espiritual de todos.
 

3. Diante das falhas, tanto o líder quanto seus liderados necessitam de uma graça especial de Deus para lidarem com os sentimentos contraditórios em seu interior. Isto é bom pelo fato do desenvolvimento da dependência de Deus também para este tipo de coisas. Diante dos acertos e da possibilidade da vanglória, igualmente a presença de Deus precisa se manifestar para que a vitória não se transforme num fracasso espiritual. Em todos os casos a equipe é impulsionada a uma experiência madura com Deus, tanto nos acertos quanto nos erros.
 

4. A avaliação lança a plataforma para novos planejamentos. É a ponte entre um projeto e outro.

CONCLUSÃO

       A liderança no corpo de Cristo deve trabalhar de forma coerente e lógica. Sim, estamos lidando com coisas espirituais relacionadas ao reino de Deus e à sua igreja, no entanto, devemos fazer todas as coisas com os pés no chão embora com a cabeça no céu. Planejamento, execução e avaliação devem parte de toda a administração sensata que se propõe a fazer algo de valor, principalmente quando se trata do Reino de Deus.
Que através da lição de hoje, cada líder se esmere mais e mais na arte da administração que tanto há de beneficiar o glorioso Corpo de Cristo por quem Ele morreu.
 

O PERFIL DO LÍDER

OBJETIVO DO ESTUDO


Ao final deste estudo você precisa saber identificar quais as características principais que precisam existir no líder. Características que devem fazer parte do estilo de vida do líder que o ajudarão a desenvolver o seu ministério.
 


INTRODUÇÃO

       Vamos estudar neste capítulo as qualidades que devem se fazer sempre presente na vida do líder, principalmente do líder cristão.
 

AMBIÇÃO

       A ambição faz parte da lista de qualidades de um líder. Embora esta palavra muitas vezes tenha uma conotação negativa, ela se refere à motivação interior do indivíduo para conquistar o que deseja. Se o nosso desejo de conquista se limita às nossas coisas tão somente para o nosso próprio proveito e não o de Deus, então a ambição é negativa. Mas quando se trata das coisas de Deus, nada melhor do que uma boa ambição como uma mola propulsora para conquistar cada vez maiores e melhores coisas para Ele.

AUTENTICIDADE

       A autenticidade refere-se ao que é verdadeiro. O líder precisa ser autêntico ou verdadeiro quanto ao que diz e faz. O seu ensino precisa ser coerente com o seu procedimento. Não estamos falando sobre perfeição mas sobre uma atitude sincera diante de Deus e dos homens. Um desejo de corrigir seus próprios erros e falhas em concordância com o seu próprio ensino aos outros. Autenticidade significa não ter medo de transparecer o que a pessoa realmente é.
       O líder imaturo procura passar uma imagem que nem sempre condiz com a verdade. Máscaras de santidade, de autoridade, de espiritualidade, e outras mil, muitas vezes são colocadas para se manter determinadas posições diante do grupo. O líder maduro, porém, reconhece que as máscaras não duram para sempre, e que mais cedo ou mais tarde todos reconhecerão quem realmente nós somos. O melhor caminho é reconhecer as falhas, esforçar-se para corrigi-las, e, através do que Deus vai operando em sua própria vida o grupo tem a oportunidade de crescer através do quanto consegue ver Deus agindo na vida do seu líder.

COMPETÊNCIA

       O líder competente é aquele que conduz o seu grupo com sabedoria e de forma eficaz. Tudo o que se propõe a fazer procura realizar da melhor forma possível. Se ainda não possui o conhecimento necessário para desenvolver determinada atividade, procura adquiri-lo de forma a sempre levar segurança ao grupo com quem trabalha. O estudo de livros e as pesquisas para o aprimoramento das habilidades de liderança estão sempre presentes em sua vida.
 

CONFIANÇA


       O líder confiante é aquele que possui uma fé sempre renovada. Confiança acima de tudo em Deus que o capacita a realizar a obra necessária. Confiança em si mesmo para não esmorecer diante dos problemas em geral, das críticas ou de seus próprios conflitos pessoais e fraquezas, quando poderia enfatizar mais suas próprias virtudes. Confiança no grupo com quem trabalha, apesar de sua provável limitação. Se não dermos um voto de confiança às pessoas que lideramos é possível que sempre monopolizemos a execução de todas as atividades, transformando nossos liderados em meros espectadores.


ENTUSIASMO

       Dificilmente alguém vai se propor a me acompanhar quando não demonstro entusiasmo naquilo que desejo realizar. O entusiasmo é a alegria expressa quando se almeja realizar algo de valor. O entusiasmo do líder precisa ser mantido durante a execução do trabalho, pois é ele que continua mantendo acesa a chama da motivação do grupo.

INICIATIVA

       A iniciativa tem a ver com a capacidade de tomar à frente de atividades. Não é necessariamente assumir a liderança sempre, mas pelo menos dar os primeiros passos enquanto outros temem fazê-lo. Significa assumir a responsabilidade sobre algo que precisa ser feito. O líder é aquele que vai à frente, por isso, precisa ter a qualidade da iniciativa, sem a qual nenhum projeto sairá da prancheta.

SERENIDADE

       Muitas são as circunstâncias difíceis que cercam qualquer tipo de ministério. Se o líder não tiver a virtude da serenidade, logo seus liderados estarão confusos e temerosos quanto ao futuro do empreendimento. Jesus demonstra esta qualidade nas situações mais perigosas e estranhas de seu ministério. Em meio à tempestade ou à perseguição, o espírito equilibrado e sereno o mantém firme em qualquer situação. A serenidade também é um elemento indispensável no trato com as pessoas. Um líder sereno é altamente usado por Deus na transmissão de verdades eternas às pessoas que podem se expor à elas de uma forma tranqüila e segura, sabendo que seu líder nunca as maltratará ou fará qualquer outra coisa fora do espírito de brandura e mansidão.

SIMPATIA

       Através da simpatia nos aproximamos das pessoas com facilidade bem como facilitamos o caminho delas até nós. A simpatia é a capacidade de tornar a nossa presença agradável às pessoas com quem nos relacionamos. Na prática, uma pessoa considerada simpática é a que respeita os outros e, conseqüentemente que valoriza o cumprimento, o sorriso, o “por favor”, o “desculpe-me”, etc. Estamos falando de simpatia e não “hipocrisia”. O líder não precisa fingir à respeito dos seus sentimentos quanto às pessoas; mas se é um cristão genuíno que sinceramente se preocupa com elas, certamente deixará fluir naturalmente toda a sua bondade em benefício dos outros.
 

TENACIDADE


       A tenacidade é algo extremamente importante no ministério do líder. Refere-se à capacidade de persistir num determinado projeto mesmo em meio às adversidades. Infelizmente, muitos líderes não são mais dignos da confiança das pessoas porque não levaram adiante o que começaram a fazer no passado. Projetos e obras inacabados. Tarefas não concluídas. Por que me envolver com atividades que não serão devidamente concluídas? A tenacidade é a capacidade de persistir até que os objetivos sejam plenamente alcançados.


VISÃO

       Embora a visão tenha sido deixada por último, é, no entanto, um dos elementos mais importantes na vida de um líder. Segundo George Barna no seu livro “O Poder da Visão” p. 32 (Abba Press), a visão quanto ao ministério significa “uma clara imagem de um futuro preferível, proporcionado por Deus aos Seus servos escolhidos, com base em uma acurada compreensão da vontade de Deus, do próprio eu e das circunstâncias”. O que ele quis dizer refere-se a um quadro bem definido na mente e no coração quanto ao que deve acontecer ou ser realizado no futuro. Tal acontecimento é plenamente resultado da boa, perfeita e agradável vontade de Deus que Ele quer ver cumprida na terra, e para isso, revela aos seus filhos para que estes trabalhem pela sua concretização. Todo líder cristão precisa trabalhar em torno de uma visão. Uma visão que venha de Deus e para cumprir os propósitos de Deus. Sem uma visão de Deus, corremos o risco de passar a vida inteira investindo em projetos meramente humanos que nunca resultarão na glória de Deus.

CONCLUSÃO


       O líder cristão que, pelo poder do Espírito Santo, for gradativamente moldado pelas qualidades mencionadas neste capítulo, com certeza será um poderoso instrumento de Deus para a execução dos seus propósitos na igreja e no mundo.


EXEMPLOS BÍBLICOS

OBJETIVO DO ESTUDO

       O objetivo desta lição é apresentar de forma mais clara tudo o que já mencionamos nas lições anteriores. Isto é possível através das experiências reais vividas pelos personagens bíblicos grandemente usados por Deus na execução de suas tarefas.

MOISÉS

Moisés se destaca pelas suas grandes virtudes:
 

a) Renúncia - Hebreus 11:24-25 diz: “Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado.”

b) Humildade - Moisés conversou com Deus face a face, mas nunca se considerou superior aos seus irmãos. Foi capaz de ouvir conselhos de homens de carne e osso como nós, como foi no caso do sogro Jetro à respeito de como seria melhor desenvolvida a sua liderança no meio do povo. (Ex. 18:27)

c) Mansidão - Ele foi considerado o homem mais manso da terra (Nm. 12:3). Em meio à acusações e perseguições foi capaz de não abrir a sua boca contra ninguém, e nem em defesa própria. Submeteu-se totalmente ao juízo de Deus e foi justificado plenamente pela sua fé.
 

d) Fidelidade - “E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa …” Hebreus 3:5a. Apesar de toda a sua dificuldade inicial de atender ao chamado divino, Moisés, uma vez dado o primeiro passo seguiu em frente até o fim, sendo declarado a seu respeito que o seu procedimento foi fiel.

DAVI


a) Um homem segundo o coração de Deus - Esta frase surge no contexto da tristeza de Deus por ter Saul reinando sobre o povo de Israel. Saul não era um homem cujo coração se inclinasse para as coisas de Deus, antes fazia a sua própria vontade. Davi, no entanto, é o homem cujo coração se inclina na mesma direção que o coração de Deus.
Mesmos propósitos, ideais, ambições …


b) Um homem quebrantado. Davi não foi um homem segundo o coração de Deus por se tratar de alguém perfeito em todos os seus caminhos. Davi cometeu pecados gravíssimos que comprometeram a sua própria vida, família e até mesmo sua nação. No entanto, possuía da parte de Deus um coração sensível, capaz de sofrer e chorar o seu próprio pecado. Capaz de não descansar enquanto não restaurasse sua comunhão com Deus.

c) Um homem zeloso por Deus. Desde a sua luta com o gigante Golias até os últimos momentos da sua vida, uma coisa percebemos na vida Davi: uma profunda determinação de zelar pelo Nome do Senhor. Seus atos, suas lutas, seus cânticos, seu reinado, estão impregnados de zelo por Deus. Sua liderança foi desenvolvida com um propósito bem definido de honrar até as últimas conseqüências o Nome do Altíssimo e de deixar bem claro para sua própria nação e para as nações vizinhas de que quem reinava em Israel não era “Davi” e sim o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

PAULO


a) Coragem - O apóstolo Paulo, dentre outras tremendas qualidades, demonstrou inquestionavelmente um espírito de coragem muito grande. Mesmo sabendo do perigo que corria ao pregar o evangelho em regiões de pouca ou quase nenhuma aceitação da mensagem, enfrentou os obstáculos e confiou exclusivamente em Deus para o livramento necessário. Coragem que sempre esteve presente nas diversas ocorrências de sofrimento e dor, como por exemplo as que são citadas em II Coríntios 6:4-5 “antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns . . .”.


b) Determinação - Todo o ministério de Paulo foi marcado por uma determinação sem igual. No final do relato bíblico sobre o seu ministério, em Atos 21, temos um exemplo claro da sua determinação em realizar a obra de Deus. Mesmo advertido pelos irmãos sobre o perigo de subir à Jerusalém, Paulo não teme e continua a sua viagem (v. 4). Um pouco mais adiante, na casa de Filipe, Paulo também foi advertido sobre a sua prisão em Jerusalém caso permanecesse na mesma visão de pregar aos judeus (vs. 10-11). Sua resposta às advertências foi a seguinte: “Que fazeis chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”.

c) Ânimo - “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” Fp. 4:11.

d) Fé - “Pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito” Atos 27:25.

e) Amizade - “Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?” II Coríntios 12:15.

f) Humildade - “Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo” I Coríntios 15:9.

JESUS


      Para falar sobre a liderança de Jesus e as suas qualidades, não ousamos destacar apenas algumas qualidades como fizemos com relação aos demais personagens aqui mencionados.
Jesus é a liderança em pessoa.


     Jesus é a expressão máxima e perfeita do verdadeiro líder.
      Jesus é Aquele que convence sem palavras, apenas com um olhar.
      Jesus é Aquele que chama e não é questionado.
      Jesus é Aquele que julga não segundo o ouvir dos seus ouvidos mas segundo o reto juízo de Deus.

      Apesar de não querermos destacar as qualidades de Jesus, por serem infinitas, desejamos, no entanto, enfatizar apenas um detalhe da sua liderança. Jesus foi capaz de investir seus últimos anos de vida em apenas doze pessoas e se reproduzir nelas. Jesus desenvolveu a sua liderança de forma estratégica. Sabia que o seu tempo aqui na terra era limitado, bem como limitado estava em seu próprio corpo para atender a tantas necessidades de todos os lugares. Estrategicamente escolhe doze pessoas e dá-lhes a missão de fazerem o mesmo com outras pessoas, ou seja, sucessivamente, cada um formando novos discípulos, como Ele mesmo o fez.
       Poderíamos aqui destacar muitos feitos de Jesus como curas, milagres, ensinos, pregações, visitas, etc.; mas, em termos de liderança, Jesus montou um esquema do qual nós mesmos hoje somos fruto.
       A estrutura do discipulado fez com que o evangelho se expandisse mesmo após a sua morte. Portanto, a liderança de Jesus se destaca pelo fato da continuidade que teve o seu ministério mesmo após a sua morte.
       Todo líder precisa aprender que o verdadeiro líder é aquele que não somente exerce uma boa liderança em seus próprios dias, mas que estabelece um bom fundamento para que outros possam dar continuidade ao que ele começou.

CONCLUSÃO

       Não tivemos por objetivo citar todas as qualidades dos personagens citados nesta obra. Se tivéssemos tal pretensão, com certeza, livros e livros teriam que ser escritos e ainda assim não seriam suficientes. Mas através dos exemplos descritos, temos condições de perceber que os homens e as mulheres que se propuserem a servir a Deus no ministério da liderança, precisam ser pessoas modeladas por Deus e por Sua Palavra. Pessoas de caráter, de virtudes, e de qualidades que demonstrem, não somente ao grupo com quem trabalham mas também ao mundo, que foram pessoas transformadas por Deus e que, portanto, servem de exemplo e de motivação para que outros também possam trilhar o mesmo caminho glorioso de lapidação pelas mãos do Altíssimo.

 

Gnosticismo, DeĂ­smo e Docetismo

Posted in ESTUDO BIBLICO at 15:10 de andersson

GNOSTICISMO

      Gnosticismo ( palavra oriunda de “ gnosis “ = conhecimento ) é o nome comum aplicado a várias escolas de pensamento que surgiram nos primeiro séculos da era cristã. No que tange à “ gnosis ” cristã, isto se refere à tentativa de incluir o cristianismo num sistema geral filosófico-religioso. Os elementos mais marcantes neste sistema eram certas especulações místicas e cosmológicas, além da doutrina da salvação salientando o livramento do espírito de sua servidão á matéria. Como religião, o gnosticismo tinha seus próprios mistérios e cerimônias sacramentais, além duma ética que pregava ou o ascetismo ou a libertinagem.       Possíveis origens do Gnosticismo       Os Pais da Igreja e a tradição cristã atribuía a Simão, o Mágico ( At 8 ) a fundação do gnosticismo cristão. Podemos citar como líderes, mais provadamente definidos, a Satornino, Másilides e Valentino. Segundo um certo Hegesipo, citado por Eusébio numa de suas obras, o gnosticismo principiou entre certas seitas judaicas. Pais Eclesiásticos posteriores como Irineu, Tertuliano e Hipólito, por sua vez, sustentavam a opinião segundo a qual a filosofia grega de Platão, Aristóteles, Pitágoras e Zenão, era a principal fonte da heresia gnótica.       O gnosticismo ensinava sua filosofia estava fundamentada no “ conhecimento ”  ( gnosis ), não no sentido em nós interpretamos, mas no sentido esotérico, isto é, esse tipo de “ conhecimento “ era uma sabedoria mística, sobrenatural, mediante a qual os iniciados eram levados a um verdadeiro entendimento do universo e salvo deste mundo da matéria.        O gnosticismo assemelhava-se às religiões místicas. Sua caracteristica de maior destaque, porém, era o sincretismo – meio através do qual procurava reunir os principais ensinos do Evangelho, interpretando-os à luz das formas mais absurdas das religiões misticas que nada tem a ver com o Novo Testamento.     O Que Ensinava o Gnosticismo a respeito desses assuntos , que se segue abaixo:     1. O universo. Sustentava uma visão dualista ou dupla do universo, de origem persa, e uma doutrina da origem de Deus em torno do “ plerona ”, ou esfera central do espírito, provavelmente de origem egípcia. O conceito provavelmente mais fundamental – a saber, o caráter totalmente mau dos fenômenos, - vinha da combinação da teoria de Platão, filósofo e pensador grego, que ensinava haver grande contraste entre o mundo espiritual e o mundo visível.            Ensinava que o primeiro, o mundo espiritual, era bom e que o homem deveria esforçar-se por readquiri-lo. O segundo, o mundo das coisas palpáveis era totalmente mau, verdadeira prisão para o homem.    2. Cristo. O gnosticismo ensinava que, uma vez que o mundo material é mau, Cristo não podia, em hipótese alguma, se encarnar. Ensinava que o aparecimento de Cristo teria sido como a aparição dum fantasma, ou tendo como  habitação temporária o homem chamado Jesus. Seu nascimento duma virgem teria sido aparente, sem participação da natureza material e humana.       Segundo o gnosticismo, tão grande era o contraste entre a vida terrena de humilhação e a pré-existência e pós-existência em glória, de Cristo, que a solução mais simples para o problema a seu respeito seria nega a sua existência. Por isso ensinava que Cristo, na realidade apareceu e ensinou os seus discípulos mas durante esse tempo, era também um ser celestial, e não carne e sangue. 3. A salvação. Para salvar-se, o homem precisa livra-se da prisão do mundo visível e seus poderes – os poderes planetários – o que se dá através de uma “ iluminação espiritual mística ”. É um acontecimento que põe seu seguidor em comunhão com o mundo das realidades espirituais.  4. O conhecimento. O gnósticos ensinavam que nem todos os cristãos possuíam o “ conhecimento ” salvífico, afirmando este era um ensinamento secreto transmitido pelos apóstolos aos seu discípulos mais íntimos. Era uma exposição de “ sabedoria entre os perfeitos ”, sendo isto uma falsa interpretação de 1 Cor 2.6. É verdade que embora Paulo estivesse muito longe de ser um gnótico, muita coisa há nos seus ensinos de maldosamente se serviam os gnósticos, torcendo a palavra de Deus. O contraste violento entre a carne e o espirito, o conceito de Cristo vitorioso sobre “ principados e potestade ” e a idéia de Cristo como homem vindo do céu ( 1 Cor 15.47-49 ).       Em geral, as seitas gnósticas dividam os homem em grupos: os “ espirituais ” e os “ materias ”. Valentino posteriormente falava numa tríplice divisão: os “ espirituais ” – os únicos capazes de atingir o “ conhecimento ”, “ psíquicos “ – capazes de fé e de um certo grau de salvação, e os “ materiais ” – totalmente sem esperança.     Sua expansão e conseqüente perigoso foram possibilitados pelo estado da igreja nos seus primórdios relativamente desorganizada e doutrinariamente indefinida. O chamado gnosticismo cristão chegou ao ápice de sua influência entre os anos 135 a 160 d.C., aproximadamente, embora continuasse a existir muito depois desses anos.     No tempo dos apóstolos já existia o gnosticismo, só que não era conhecido com este nome. A Epístola aos colossenses é uma verdadeira apologia contra o gnosticismo.      

 

            Cristianismo

 

               Gnosticismo

1. Deus é criador do céu e da terra. 1.Deus é transcendente, não criou o homem, nem a terra.   
2. Jesus Cristo nasceu, teve um corpo, morreu como homem. 2. Jesus Cristo não tinha forma nem corpo definido: era um ser espiritual que se adaptou à percepção humana, não aceitam a dupla natureza de Cristo; de um Deus com um corpo humano. 
3. Jesus Cristo sofreu com sua crucificação, o que legitimava o martírio dos cristãos. 3 A natureza de divina de Jesus Cristo transcendeu o sofrimento.
4. O martírio ajudava a divulgação da fé, aumentando, conseqüentemente, o número de adeptos. 4. Não tem sentido o ser humano sofrer. É mais difícil viver como cristão do que morrer como cristão.
5. Quem confessar o credo e se batizar é cristão, estando a igreja aberta a recebê-lo 5. O batismo não faz o cristão e sim a evidência de sua maturidade espiritual que determina o convite à iniciação reservada.
6. Dirige o homem à igreja. Não há salvação fora da igreja. O pastor apontará o caminho da salvação. 6.Dirige o homem ao seu interior e incentiva nele a capacidade de se descobrir seu próprio caminho.
7. O pecado conduz ao sofrimento. 7. A ignorância leva ao sofrimento.
8. A hierarquia clerial exige que os crentes a aceitem como guias 8. Comunicam-se com Deus em momento de oração espiritual, dispensando guias intermedi.

    

DEÍSMO

      As origens do Deísmo     Durante o século XVII o protestantismo desenvolveu um sistema ortodoxo de doutrina para ser aceito intelectualmente. Gerando assim um novo escolasticismo, particularmente entre os luteranos da Alemanha, os quais estavam mais interessados na teologia do que na prática da vida cristã.     O racionalismo aparece então, e se desenvolve nos séculos XVII e XVIII, se expressando através do deísmo como resposta a este escolasticismo. O deísmo criou um sistema de fé num Deus transcendente que abandonou sua criação ao governo das leis naturais descobertas pela razão. Deus se torna ausente. Para o deísmo Deus está acima e além da sua criação.     Seus Ensinos      O deísmo parecia estabelecer uma religião ao mesmo tempo natural e científica. Uma religião sem revelação escrita, enfatiza o céu como uma realidade totalmente distinta da terra com a lei moral. Os deístas ensinavam que as leis naturais da religião eram encontráveis pela razão – era a crença num Deus transcendente entendido como Causa primeira de uma criação marcada pelas seqüências de um plano. Eles criam que Deus deixou sua criação reger-se por leis naturais; assim, não havia lugar para milagres, nem para a Bíblia como revelação e Deus, nem para providência ou para Cristo como um Deus-homem. Somente Deus deveria ser cultuado pois Cristo era simplesmente um mestre. A piedade e a virtude eram o culto mais importante que se podia prestar a Deus, cujas leis éticas estão na Bíblia. O homem tinha que arrepender-se do erro e viver conforme as leis éticas, pois a alma é imortal e está sujeita a recompensa ou castigo depois da morte.     Conceito Deísta     Segundo o deísmo, a preservação divina consiste no fato de que Deus não destroi as obras das Suas mãos. Deus dotou a matéria de certas propriedades, colocou-a sob leis inalteráveis e depois deixou-a mover-se por si mesma, independentemente de todo o suporte ou direção de fora.     Este conceito é errôneo, porque torna a criatura autosubsistente, afasta Deus para longe da criação de modo que a comunhão com Ele vem a ser uma impossibilidade prática, e ainda porque o ensino bíblico é que Deus não é só  transcendente, mas também imanente nas obras que criou.     O Deísmo admite que haja um Deus pessoal, que criou o mundo; mas insiste em que, depois da criação,  Deus o entregou para ser governado pelas leis naturais. Em outras palavras, ele deu corda ao mundo como quem dá corda a um relógio e o deixou sem mais cuidado da sua parte. Dessa maneira não seria possível haver nenhuma revelação e nenhum milagre. Esse sistema, às vezes, chama-se racionalismo, porque eleva a razão à posição de supremo guia em assuntos de religião; também se descreve como religião natural, como oposta à religião revelada. Tal sistema é refutado pelas evidências da inspiração da Bíblia e as evidências das obras de Deus na história.     A idéia acerca de Deus, propagada pelo deísta, é unilateral. As Escrituras ensinam duas importantes verdades concernentes à relação de Deus para com o mundo;: primeira, sua transcendência, que significa sua separação do mundo e do homem e sua exaltação sobre eles. ( Is. 6.1 ); segunda, sua imanência, que significa sua presença no mundo e sua aproximação do homem ( At 17.28; Ef. 4.6 ). O deísmo acentua demais a primeira verdade enquanto o pateísmo encarece demais à segunda. As Escrituras apresentam a idéia verdadeira e absoluta. Deus, de fato, está separado do mundo e acima do mundo; por outro lado, ele está no mundo. Ele enviou seu filho para estar conosco, e o Filho enviou o Espirito Santo para estar em nós. Desta maneira a doutrina da Trindade evita os dois extremos. Á pergunta, “ Está Deus separado do mundo ou está no mundo ? ” a Bíblia responde: “ Ele está tanto separado do mundo como também está no mundo .”                       Líderes do movimento    Edward Herbert, Lord de Cherbury ( 1583-1648 ), apresentou os pontos básicos que pode ser resumido na seguinte frase: Deus existe, e pode ser cultuado pelo arrependimento e por uma vida de tal modo digna, que a alma imortal possa receber a recompensa eterna em vez do castigo. Charles Bloynt ( 1654-1693 ) foi outro deísta influente. John Tolarndt ( 1670-1722 ), Lorde Shaftesbury ( 1671-1713 ) e  outros pregaram que o cristianismo não era um mistério e poderia ter sua autenticidade verificada pela razão. E tudo que não pudesse ser provado pela razão deveria ser recusado.       Difusão do deísmo      No século XVIII difundiu-se na França, pois encontrou nos filósofos deste século um ambiente propício. Alguns deístas ingleses, como Hebert e Shaftesbury, foram à França e tiveram seus livros traduzidos e publicados amplamente; e também alguns deístas franceses, entre os quais Rousseau e Voltaire, também foram à Inglaterra. O deísmo de Rousseau foi desenvolvido no Emile e o de Voltarie está em todos os seus escritos contra a Igreja e a favor da tolerância.     A migração de deísta ingleses, a divulgação dos escritos deísta e a presença de oficiais deísta do Exército Inglês nos Estados Unidos durante a Guerra de 1756-1763, ajudaram a introduzir o deísmo nas colônias. “ A Idade de Razão ”, de Paine, ( 1795 ), contribuiu para popularizar essas idéias deístas.     O deísmo fracassou, pois o mesmo foi muito criticado, dezenas de livros foram escritos nos quais se discutiam suas teses. Porém, o que por último fez com que o deísmo perdeu o ímpeto foram os ataques do filósofo escocês David Hume.  

DOCETISMO

 

    Do segundo século até o Concílio de Calcedônia, em 451 d.C., surgiram diversas correntes de pensamento em torno da natureza de Cristo, gerando grandes  controvérsias, que só foram decididas em concílios. Discultia-se se Jesus era só divino ou só humano, ou se ambos, quanto de divindade ou de humanidade tinha ele, e como que as duas naturezas se relacionavam na pessoa de Cristo. Entre essas correntes quero destacar o Docetismo.

     Docetismo     A palavra doceta vem de doketes, dokein ( parecer ). Para os docetas, Jesus era só  divino. Não podia ser humano, pois consideravam que a matéria era intrinsecamente má. O corpo e o sofrimento de Jesus  eram apenas aparentes, não reais. Era a filosofia grega   se infiltrando nas igrejas. Existe um  docetismo disfarçado  na crença  em   um Ccristo tão   distante  da  realidade humana, como  o que se pode verificar na teologia popular católica, onde os “ santos ” estão mais próximo das pessoas  do que Jesus Cristo.     Segundo tratado do grande  Set     Aqui temos a doutrina do Docetismo segundo a qual o corpo de Cristo não era real, só aparente. -         o Salvador  é enviado  a este mundo pela  Assembléia Celeste;-         encontra forças deste mundo e é crucificado;-         ocorre o simulacro da paixão, pois negavam a realidade da crucificação;-         retorna ao Plerona, o reino junto ao Pai, de Plenitude e Totalidade.      O Apocalipse de Pedro      Encontra-se nesses escritos um encorajamento dirigido às “ almas imortais ”, aos “  eleitos ”, como se autodenominavam os  gnóticos, perseguidos pela “  grande igreja ”.  Nota-se, também, um patente “ docetismo ”:-         Na 1ª visão de Pedro, a denúncia da ameaça de morte que pairava sobre os gnósticos, por parte dos sacerdotes, que traficavam com a palavra do Senhor; aqueles charlatães que pretendiam possuir o destacarem dos outros, etc…-         Na 2ª visão encontramos a distinção entre a aparência carnal de Jesus e a sua real natureza; diziam que enquanto os adversários acreditavam que o estavam crucificando, Jesus- o vivente, zombava deles perguntando: “ Aquele que tu  vês sobre o madeiro, que se rejubila e ri, é Jesus Vivente. Mas aquele que está pregado pelas mãos e os pés é o seu invólucro carnal, o substituto… “  -         Na 3ª visão encontramos o tema ortodoxo da ressurreição de Jesus e a  interpretação gnóstica - a reunificação do corpo espiritual de Jesus com a luz do Pleroma celeste.       

Bibliografia

   SEVERA, Zacarias de Aguiar, Manual de Teologia Sistemática, A .D. Santos Editora,1999, 1ª Edição, Curitiba.  ROLIM, Celio Augusto, Apostila sobre Gnoses  Comparadas, Piracicaba, SP,  2005  OLIVEIRA, Raimundo  F. de, História  da  Igreja dos Primórdios à  Atualidade, EETAD, 1992, 2ª Edição, Campinas, SP.                                      

DEFINIÇÃO SOBRE GNOSTICISMO, DEÍMO E DOCETISMO

 POR ANDERSON DIAS MEYER             

                                                                   

    Trabalho sobre Gnosticismo, Deísmo e Docetismo

                                                 Segundo a exigência do curso de Bacharel em Teologia, pelo

                                                 pela Faculdade  Evangélica de Teologia Seminário Unido

                                                 Pof: Clinton

                                                                Faculdade Evangélica Seminário Unido 3º Semestre 2005  

O que Ă© Geografia?

Posted in ESTUDO BIBLICO at 14:59 de andersson

O que é Geografia?A Geografia (do grego geo=terra; grafia= descrição, tratado, estudo) é a Ciência que estuda a Terra na sua forma. Ou seja, estuda os acidentes físicos; o clima; as populações, as divisões políticas etc. Neste sentido, a Geografia subdivide-se em diversas outras disciplinas: a Geografia Humana, a Geografia Econômica, a Geografia Física, a Geografia Política e a Geografia Histórica, dentre outras. A Geografia Humana preocupa-se em estudar os agrupamentos humanos em suas relações com a Terra: como repartem o espaço; como se adaptam às condições naturais, como se organizam para explorar os recursos provenientes da natureza etc. A Geografia Econômica está atenta ao estudo dos recursos econômicos - de origem vegetal, animal e mineral - presentes nas diversas regiões da terra e suas formas de exploração.  A Geografia Física estuda os traços físicos das diversas regiões da terra, o que inclui o estudo do relevo, do clima, da vegetação, da fauna e da flora.A Geografia Política estuda a influência da geografia na política, a relação entre o poder de um país e sua geografia física e humana, bem como o estudo do reparto político da terra.A Geografia História procura reconstruir os aspectos humanos, econômicos, físicos e políticos de uma dada região do passado. É neste campo que se insere a Geografia do Mundo Bíblico ou Bíblica, que se dedica a estudar as diversas regiões que serviram de palco para os acontecimentos narrados nos livros da Bíblia. A Geografia do Mundo BíblicoSegundo Netta Kemp de Money: "A Geografia Bíblica ocupa-se do estudo sistemático do cenário da revelação divina e da influência que teve o meio ambiente na vida de seus habitantes". A Geografia Bíblica, portanto, é uma disciplina muito importante, pois auxilia a todos que querem conhecer melhor a História Sagrada e o texto bíblico através de esclarecimentos quanto aos grupos humanos, as características físicas, os recursos econômicos e as transformações políticas das diversas regiões citadas na Bíblia. Além disso, ela nos permite localizar e situar os relatos bíblicos no espaço em que estes ocorreram, auxiliando-nos na reconstrução dos eventos. Assim, por exemplo, conhecendo a Geografia Bíblica, podemos compreender melhor os séculos de conquista de Canaã pelos israelitas, já que seremos capazes de identificar as características culturais e localização dos diversos povos que habitavam as diferentes regiões da Palestina no momento da chegada dos hebreus; apontar os variados acidentes físicos que dificultavam os deslocamentos; localizar, no mapa, os locais de batalhas etc. O Mundo Bíblico: A região que denominamos Mundo Bíblico situa-se, hoje, nas regiões conhecidas como Oriente Médio e mediterrânicas (Ver mapa do Mundo Bíblico). Podemos apontar como áreas limites do Mundo Bíblico a Península Ibérica, à ocidente, e o atual Iraque, à oriente. Os países que são encontrados hoje nestas regiões são a Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia, os diversos países balcânicos, Turquia, Egito, Israel, Jordânia, Líbano, Síria, Iraque, Irã, Arábia Saudita e vários emirados árabes (use o mapa Mundo para localizar estas regiões e, ao mesmo tempo, verificar a distância entre estes países e o Brasil). Principais áreas do Mundo Bíblico: Mesopotâmia (Meso= entre; potamos=rio) - região marcada pela presença de dois grandes rios que fertilizavam a região, tornando-a propícia para a agricultura: Tigre e Eufrates. Nesta área, no decorrer da História, surgiram grandes e poderosos impérios: o Sumério, o Acádio, o Babilônico e o Persa. Península Arábica - extensa península formada por poucas áreas férteis e muitos desertos. Ali se desenvolveu um importante reino, o de Sabá.Egito- Situa-se no Nordeste do continente Africano. Como a mesopotâmia, tem sua fertilidade garantida pela presença do rio Nilo, que atravessa toda a região. Nesta região se organizou um grande Império, o Egípcio. Canaã- região estratégica por seu caráter de passagem entre as diversas regiões do Mundo Bíblico. Reunia a Síria e a Palestina. Nesta área se estabeleceram diversos povos, como os filisteus, os fenícios, e os próprios hebreus. Europa- Cenário de importantes Impérios, como o Macedônico, também conhecido como Império de Alexandre, que reuniu a Grécia, a Macedônia e o Oriente Médio, e o Romano, que a partir da cidade de Roma, situada na atual Itália, unificou as regiões mediterrânicas da Europa Ocidental e Oriental, o Norte da África e o Oriente Médio. Possui uma grande diversidade geográfica e cultural. A Europa faz-se presente na Bíblia, de forma efetiva, nos livros do Novo Testamento. Traços físicos e elementos de paisagem:Como podemos concluir pelo apresentado acima, era extensa a área que denominamos de Mundo Bíblico e, por isso, são muitas e variadas as características climáticas, a hidrografia, o relevo, a economia, a fauna e flora destas áreas. A seguir, utilizando o texto bíblico, vamos listar algumas destas características. Leia o texto bíblico e destaque que traços físicos ou elementos de paisagem são mencionados e, se possível, a que região ou localidade se refere: Êxodo 25:10Deuteronômio 32:13-14Jó 39: 1, 5, 9, 13, 18, 20, 26, 27Juízes 6:11Mateus 21:18-19Números 11: 5Números 31:21Ezequiel 22:18-20Josué 3:16Atos 27:27II Crônicas. 3:1Mateus 3:1Conclusão:O ser humano, no decorrer do tempo, para alimentar-se, vestir-se, divertir-se, enriquecer e dominar outros, está, constantemente, em contato com a natureza e com outros povos, transformando-os e interagindo com eles. Assim ocorreu com o povo de Israel e seus vizinhos e com os primeiros cristãos. Na sua vida diária, estes indivíduos agiram em e sobre um dado espaço, e esta relação constante com a geografia, no seu sentido lato, foi um elemento importante no desenrolar da história Sagrada. Ao estudarmos a Bíblia devemos, portanto, se possível, procurar ter sempre à mão mapas e livros que nos apresentem informações sobre a geografia humana, econômica, física e política do Mundo Bíblico. 

MISSÕES

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