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	<title>Comentários para ESTUDO BIBLICOS ANDERSSON</title>
	<link>http://andersson.my1blog.com</link>
	<description>É UM BLOG COM INTUITO DE EDIFICAR O POVO DEUS</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 01:07:58 +0000</pubDate>
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		<title>Comentado sobre MISSÕES por aleksandro</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/03/02/missoes/#comment-9</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:53:06 +0000</pubDate>
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					<description>JESUS eu te amo de +</description>
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		<title>Comentado sobre MISSÕES por vilma</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/03/02/missoes/#comment-8</link>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 16:43:00 +0000</pubDate>
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					<description>Parab&#233;ns pelo trabalho detalhado e inspirativo.Sou promotora de miss&#245;es e tenho um blog,e gostaria muito de poder postar esse seu trabalho.Meu blog:http://vilma-wwwsoparamigos.blogspot.com.Fica com Deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parab&eacute;ns pelo trabalho detalhado e inspirativo.Sou promotora de miss&otilde;es e tenho um blog,e gostaria muito de poder postar esse seu trabalho.Meu blog:http://vilma-wwwsoparamigos.blogspot.com.Fica com Deus.
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		<title>Comentado sobre O QUE JESUS DESEJA QUE VOCÊ FAÇA por angelina maria gonçalves freitas</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/05/09/o-que-jesus-deseja-que-voce-faca/#comment-7</link>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 23:19:47 +0000</pubDate>
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					<description>sobre filhos que ja conhece a palavras mais se rebelam</description>
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		<title>Comentado sobre O QUE JESUS DESEJA QUE VOCÊ FAÇA por angelina maria gonçalves freitas</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/05/09/o-que-jesus-deseja-que-voce-faca/#comment-6</link>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 23:17:38 +0000</pubDate>
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					<description>&#160;dons de linguas para os crente&#160; tradicionais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;dons de linguas para os crente&nbsp; tradicionais
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		<title>Comentado sobre O QUE JESUS DESEJA QUE VOCÊ FAÇA por angelina maria gonçalves freitas</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/05/09/o-que-jesus-deseja-que-voce-faca/#comment-5</link>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 23:16:10 +0000</pubDate>
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					<description>&#160;a palavra de deus e real e verdadeira devemos obedecer</description>
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		<title>Comentado sobre MISSÕES por Michelle</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/03/02/missoes/#comment-4</link>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 19:44:53 +0000</pubDate>
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					<description>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As minhas d&#250;vidas sobre o assunto se esclareceram atrav&#233;s dessa explica&#231;&#227;o!!!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mas gostaria mesmo de saber sobrea cidade de Corinto!!!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Qual o n&#250;mero de habitantes e a classe social de l&#225;?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gostaria que voc&#234;s mandassem pro meu e-mail a resposta!!!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>As minhas d&uacute;vidas sobre o assunto se esclareceram atrav&eacute;s dessa explica&ccedil;&atilde;o!!!</em></strong> <strong><em>Mas gostaria mesmo de saber sobrea cidade de Corinto!!!</em></strong> <strong><em>Qual o n&uacute;mero de habitantes e a classe social de l&aacute;?</em></strong> <strong><em>Gostaria que voc&ecirc;s mandassem pro meu e-mail a resposta!!!</em></strong>
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		<title>Comentado sobre O QUE É LIDERANÇA? por JAIRO</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/03/02/o-que-e-lideranca/#comment-3</link>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:14:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://andersson.my1blog.com/2008/03/02/o-que-e-lideranca/#comment-3</guid>
					<description>exc&#234;lente trabalho global de todos os aspectos sobre a lideran&#231;a crist&#227;, retrantando de maneira clara, prescisa e conscisa. oferen&#231;endo ao lideres a vis&#227;o compreen&#231;&#227;o n&#227;o distorcendo o sentido do papel do lider e trazendo a realidade b&#237;blica sobre a verdadeira lideran&#231;a crist&#227;. FICO FELIZ EM VER UM JOVEM PROFESSOR&#160; DESCREVER DE MODO MODERNO E SIMPLES, N&#195;O COMPRICANDO E FAZENDO COM QUE TENHAMOS EM NOSSAS M&#195;OS UMA VIS&#195;O PERFEITA DE LIDERAN&#199;A CRIST&#195;. Pastor JAIRO&#160;BARBOSA NUNES&#160;&#160;&#201; BACHAREL EM TEOLOGIA, FORMADO PELO SEMIN&#193;RIO DE TEOLOGIA DA AMICREI. &#201; TAMMB&#201;M PASTOR PRESIDENTE DA IGREJA EVANG&#201;LICA ASSEMBL&#201;IA DE DEUS , DO MINIST&#201;RIO VILA OLIMPICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO LOCALIZADO NO BAIRRO DE BANGU, VINCULADO A CONVERS&#195;O&#160; CGADB E A CEADER.&#160;&#160;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>exc&ecirc;lente trabalho global de todos os aspectos sobre a lideran&ccedil;a crist&atilde;, retrantando de maneira clara, prescisa e conscisa. oferen&ccedil;endo ao lideres a vis&atilde;o compreen&ccedil;&atilde;o n&atilde;o distorcendo o sentido do papel do lider e trazendo a realidade b&iacute;blica sobre a verdadeira lideran&ccedil;a crist&atilde;. FICO FELIZ EM VER UM JOVEM PROFESSOR&nbsp; DESCREVER DE MODO MODERNO E SIMPLES, N&Atilde;O COMPRICANDO E FAZENDO COM QUE TENHAMOS EM NOSSAS M&Atilde;OS UMA VIS&Atilde;O PERFEITA DE LIDERAN&Ccedil;A CRIST&Atilde;. Pastor JAIRO&nbsp;BARBOSA NUNES&nbsp;&nbsp;&Eacute; BACHAREL EM TEOLOGIA, FORMADO PELO SEMIN&Aacute;RIO DE TEOLOGIA DA AMICREI. &Eacute; TAMMB&Eacute;M PASTOR PRESIDENTE DA IGREJA EVANG&Eacute;LICA ASSEMBL&Eacute;IA DE DEUS , DO MINIST&Eacute;RIO VILA OLIMPICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO LOCALIZADO NO BAIRRO DE BANGU, VINCULADO A CONVERS&Atilde;O&nbsp; CGADB E A CEADER.&nbsp;&nbsp;
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		<title>Comentado sobre SAIBA QUEM FORAM OS SEGUIDORES DE JESUS por andersson</title>
		<link>http://andersson.my1blog.com/2008/03/01/ola-mundo/#comment-1</link>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 21:31:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://andersson.my1blog.com/2008/03/01/ola-mundo/#comment-1</guid>
					<description>O QUE É LIDERANÇA? 
 
OBJETIVO DO ESTUDO
O desejo do nosso coração é que ao término desta lição você tenha uma nova visão sobre o que vem a ser liderança. Conhecendo um pouco mais sobre o assunto e levando em consideração a grande necessidade de líderes genuínos usados por Deus nesta geração em que vivemos, cremos que algo novo brotará em seu coração, impulsionando-o para um ministério abençoado sob a suprema liderança do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO
Para falar sobre liderança precisamos antes falar sobre o líder, tendo em vista que liderança é a função do líder. Líder, por sua vez, é aquele que está à frente de um determinado grupo e que tem a responsabilidade de motivar, guiar, instruir e conduzir tal grupo ou equipe a atingir seus objetivos e ideais. A esta influência positiva do líder sobre os seus liderados chamamos de liderança.
Infelizmente, o conceito de liderança muitas vezes é interpretado erroneamente. Há uma diferença muito grande entre "chefiar" e "liderar". Nem sempre um chefe é um líder, bem como aquele que lidera nem sempre ocupa um cargo de chefia. O chefe é instituído formalmente por nomeação; por exemplo, um chefe de setor de uma empresa. 
O líder pode não depender de uma nomeação, pois a sua liderança é natural e reconhecida. O chefe tem a missão de atingir objetivos utilizando-se dos recursos humanos e materiais, enquanto que o líder trabalha com as pessoas à fim de motivá-las e encorajá-las a alcançarem os objetivos propostos. As ordens de um chefe são obedecidas por força da sua posição. A liderança de um líder é reconhecida e seguida voluntariamente, sem imposição. O verdadeiro líder nunca usará tal expressão: "Aqui quem manda sou eu !!!". Ele não precisa disto por não ter subordinados e sim seguidores. 

COMO SURGE A LIDERANÇA
Há pessoas que acreditam que o líder já nasce líder e que é só deixá-lo à vontade que ele vai fazer fluir a sua liderança naturalmente. Outros, porém, crêem que todos nós temos um potencial de liderança que precisa ser desenvolvido e aperfeiçoado. 
Creio, particularmente, que as duas posições podem ser consideradas verdadeiras, contanto que observemos algumas coisas. Por exemplo, o líder nato, embora esteja livre para fazer fluir a sua liderança, precisa de acompanhamento de pessoas mais maduras que o orientarão no exercício da sua liderança para que, por falhas de caráter principalmente, não venha a se tornar um ditador ou alguém em quem não se pode confiar. Por outro lado, os que não podem ser considerados líderes natos mas que possuem um potencial de liderança a ser desenvolvido, precisam aprender técnicas de liderança que os ajudarão a desenvolverem seus ministérios com maior eficácia. No entanto, esse último grupo precisa estar consciente de que todas as técnicas de liderança se tornarão inúteis se o líder não possuir uma personalidade firme, ou se possuir uma auto-estima muito fraca. Portanto, maturidade emocional e técnicas de liderança são dois ingredientes essenciais para o líder.

O DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA
Creio que tanto para o líder nato como para o que apenas tem um potencial de liderança a ser desenvolvido, trabalhar para que tal liderança seja cada vez mais benéfica para o próximo é dever de cada um. 
Podemos definir como parte integrante do índice de elementos que devem fazer parte da vida de um líder, os seguintes pontos:
CONHECIMENTO
Quem exerce a liderança precisa estar sempre envolvido na arte de conhecer as suas atribuições e funções, bem como procurando sempre se aperfeiçoar no conhecimento da personalidade das pessoas com quem ele está trabalhando, para que esteja inteirado das suas necessidades, ambições e desejos. Não precisamos de muitos argumentos para dizer que cada pessoa é um mundo, diferente um do outro, e que especializar-se no trato com as pessoas é dever de cada pessoa que se propôs a conduzi-las. 
Já comentamos que além do conhecimento das atribuições e das pessoas, o líder precisa se inteirar constantemente das técnicas de liderança que, uma vez aplicadas, serão de grande valia no seu ministério.
RESPONSABILIDADE
A responsabilidade é, sem dúvida, um elemento indispensável no exercício da liderança. É ela quem vai levar o líder a traçar metas, fixar alvos, e planejar os objetivos; e é ela quem vai estimulá-lo a permanecer perseverantemente até conquistar os objetivos determinados. Sem responsabilidade não se fixa metas, nem se chega a lugar algum. Um líder responsável sabe que o seu trabalho se propõe a realizar alguma coisa e que as pessoas que estão envolvidas em seu ministério não podem correr o risco de estarem investindo tempo, motivação, dinheiro (às vezes), em coisas que não chegam a lugar algum. A responsabilidade vai determinar um início, um desenvolvimento e uma conclusão para cada projeto em que se trabalha, de forma, que cada pessoa, tanto o líder como os liderados, podem afirmar com satisfação: "estou realizando algo de valor!".
SENSIBILIDADE 
Alguém que evidencia uma boa liderança no trato com crianças pode não ser tão bom assim com adolescentes. O que ocupa muito bem o cargo de subchefia ao ser promovido para chefe pode não se dar tão bem como antes. É claro que isto é apenas uma possibilidade, e não uma regra geral. No entanto, precisamos de sensibilidade para saber qual é o nosso melhor lugar de atuação para que não nos frustremos a nós mesmos e aos outros. Sensibilidade para saber quando é necessário recuar ao invés de avançar. Sensibilidade para recusar uma promoção para um cargo para o qual não se está devidamente preparado, mas também sensibilidade para aceitar desafios mesmo quando alguns se mostram temerosos. Sensibilidade com boa dose de humildade para saber ceder o seu posto de liderança e entregá-lo a uma outra pessoa quando o grupo se vê prejudicado com a sua liderança. Inevitavelmente surge em nossas mentes quando tratamos desse assunto a palavra "incompetência". Incompetência para liderar numa determinada área. Porém, por mais forte que possa parecer essa palavra, devemos entender que a incompetência pode se limitar apenas àquela determinada atividade que está se desenvolvendo e não, necessariamente, uma incompetência ligada a tudo o que se faz. 
CONCLUSÃO
Nos próximos capítulos vamos continuar trabalhando em torno deste tema, procurando entender mais especificamente qual o papel do líder no corpo de Cristo, o perfil do líder e alguns exemplos bíblicos de como exerceram seus papéis os líderes que foram poderosamente usados por Deus no passado.
O PAPEL DO LÍDER NO CORPO 
 
OBJETIVO DO ESTUDO
Temos por objetivo ajudá-lo a entender qual o papel do líder no corpo de Cristo. No final desta lição você deverá compreender claramente o que deve fazer ou desenvolver, a pessoa que ocupa a função de liderança dentro do Reino de Deus.
UM LÍDER, UM ADMINISTRADOR
O papel principal do líder dentro do corpo de Cristo ou dentro de qualquer outro segmento, seja religioso ou não, está relacionado à administração. Administrar é conseguir as coisas feitas através de outras pessoas. Portanto, na arte de liderar o líder sempre está envolvido com as pessoas, delegando responsabilidades, supervisionando o trabalho, corrigindo falhas, estipulando prazos, etc. Se a sua administração for boa as coisas serão feitas satisfatoriamente e as pessoas se sentirão realizadas. Se a administração for má, é possível que não se atinjam os objetivos e as pessoas saiam frustradas. De maneira que não dá para fugir da responsabilidade administrativa. A administração é um dom de Deus. A capacidade de organizar as coisas para facilitar o trabalho das outras pessoas é uma habilidade divina que todo líder deve se empenhar mais e mais para buscá-la. Nenhum líder pode se dar o direito de querer continuar liderando sem se esmerar no desenvolvimento das habilidades administrativas. Em outras palavras, ele não tem o direito de dizer: "Quero liderar mas não quero administrar!". 
Isto não existe. O líder, necessariamente, precisa ser um administrador. Em alguns casos, tomando como exemplo o próprio ministério pastoral, o pastor acha por bem convidar alguém da sua congregação para desempenhar funções administrativas na igreja. Não há nenhum problema quanto a isto. Um administrador que auxilie o pastor no exercício do ministério tirará dele a sobrecarga e o liberará para o ministério da oração, da Palavra, e do cuidado das ovelhas.
No entanto, mesmo neste caso, o pastor precisa se conscientizar que ele mesmo continua sendo o administrador geral. Qualquer outro trabalho administrativo pode e deve ser realizado por uma outra pessoa como forma de cooperação, mas a visão maior vem do pastor. Todos os administradores trabalham dentro da visão que o pastor transmitiu, sendo que este mesmo é o delegador de responsabilidades e supervisor geral. 
No exercício da administração o líder vai se ver incumbido de três responsabilidades: planejar, executar, avaliar. À respeito disto vamos falar agora:
PLANEJAR
Planejar é a arte de fazer com que as coisas aconteçam. O planejamento envolve, em primeiro lugar, estabelecer alvos definidos a curto, médio, e longo prazos. Para que o planejamento seja eficaz o líder precisa ter a "visão" bem definida em sua mente do que quer fazer ou realizar. Uma visão clara o ajudará a transmitir aos outros da sua equipe de forma que todos saibam responder às seguintes perguntas: o que fazer? onde fazer? quando fazer? com que fazer? como fazer? por que fazer? Outra questão a considerar é se os alvos dentro do planejamento são realmente relevantes ou apenas românticos e belos. Será que o que se almeja é a prioridade para o momento ou se teria outra coisa mais urgente e necessária para se atingir?! Precisamos ver também se os alvos que estamos estabelecendo são possíveis ou se estamos sujeitando nossa equipe ao fracasso e à frustração. 
Mais uma questão a ser considerada é se os alvos já fazem parte da motivação de todo o grupo porque ele já partilha do mesmo ideal do líder, ou se eles foram estabelecidos apenas para satisfazer uma ambição pessoal do líder, em nada beneficiando os demais membros do grupo. 
De forma prática o planejamento envolve alguns passos que resumidamente queremos apresentar:
Para começar a caminhar para algum lugar, primeiro precisa se saber onde está. 
1.Trace os objetivos. 
2.Estabeleça os alvos.
3.Destaque as prioridades.
4.Identifique os obstáculos.
5.Verifique os recursos disponíveis.
6.Distribua responsabilidades.
7.Seja flexível. Qualquer plano pode ser modificado.
EXECUTAR
Quando há um bom planejamento a execução pode transcorrer de forma tranqüila. Às vezes, um planejamento pode durar horas, meses, e até mesmo anos, para uma execução de poucos minutos. A execução é o grupo em ação colocando em prática o que foi idealizado no papel.
Na execução de um projeto bem planejado, o líder assume a função de coordenador, acompanhando passo a passo o desenvolvimento do trabalho. Através deste acompanhamento ele terá condições de corrigir eventuais problemas para que o trabalho retome o seu curso normal e não seja interrompido no caminho. 
AVALIAR
Para muitos a avaliação de um trabalho realizado é desnecessária, justamente por se tratar de uma realização já passada. Pra que discutir à respeito de algo já realizado? Na verdade, a avaliação é tanto importante quanto o planejamento e a execução. A avaliação é importante por vários motivos. Eis alguns deles:
1. Encarar de frente os erros cometidos. Através de uma avaliação coerente, sincera e madura, os erros serão expostos e, se corrigidos, poderão não acontecer mais em um novo empreendimento. Quando não há avaliação as falhas continuam encobertas e poderão manifestar-se novamente a qualquer novo trabalho.
2. A avaliação dá margem para as críticas. Se o líder for maduro o suficiente para lidar com elas, reagindo de forma equilibrada e humilde, poderá dar um excelente exemplo aos seus liderados de como se reage às críticas, o que favorece o crescimento espiritual de todos.
3. Diante das falhas, tanto o líder quanto seus liderados necessitam de uma graça especial de Deus para lidarem com os sentimentos contraditórios em seu interior. Isto é bom pelo fato do desenvolvimento da dependência de Deus também para este tipo de coisas. Diante dos acertos e da possibilidade da vanglória, igualmente a presença de Deus precisa se manifestar para que a vitória não se transforme num fracasso espiritual. Em todos os casos a equipe é impulsionada a uma experiência madura com Deus, tanto nos acertos quanto nos erros.
4. A avaliação lança a plataforma para novos planejamentos. É a ponte entre um projeto e outro. 
 
CONCLUSÃO
A liderança no corpo de Cristo deve trabalhar de forma coerente e lógica. Sim, estamos lidando com coisas espirituais relacionadas ao reino de Deus e à sua igreja, no entanto, devemos fazer todas as coisas com os pés no chão embora com a cabeça no céu. Planejamento, execução e avaliação devem parte de toda a administração sensata que se propõe a fazer algo de valor, principalmente quando se trata do Reino de Deus. 
Que através da lição de hoje, cada líder se esmere mais e mais na arte da administração que tanto há de beneficiar o glorioso Corpo de Cristo por quem Ele morreu.
O PERFIL DO LÍDER 
 
OBJETIVO DO ESTUDO
Ao final deste estudo você precisa saber identificar quais as características principais que precisam existir no líder. Características que devem fazer parte do estilo de vida do líder que o ajudarão a desenvolver o seu ministério.
INTRODUÇÃO
Vamos estudar neste capítulo as qualidades que devem se fazer sempre presente na vida do líder, principalmente do líder cristão. 
AMBIÇÃO
A ambição faz parte da lista de qualidades de um líder. Embora esta palavra muitas vezes tenha uma conotação negativa, ela se refere à motivação interior do indivíduo para conquistar o que deseja. Se o nosso desejo de conquista se limita às nossas coisas tão somente para o nosso próprio proveito e não o de Deus, então a ambição é negativa. Mas quando se trata das coisas de Deus, nada melhor do que uma boa ambição como uma mola propulsora para conquistar cada vez maiores e melhores coisas para Ele. 
AUTENTICIDADE
A autenticidade refere-se ao que é verdadeiro. O líder precisa ser autêntico ou verdadeiro quanto ao que diz e faz. O seu ensino precisa ser coerente com o seu procedimento. Não estamos falando sobre perfeição mas sobre uma atitude sincera diante de Deus e dos homens. Um desejo de corrigir seus próprios erros e falhas em concordância com o seu próprio ensino aos outros. Autenticidade significa não ter medo de transparecer o que a pessoa realmente é. 
O líder imaturo procura passar uma imagem que nem sempre condiz com a verdade. Máscaras de santidade, de autoridade, de espiritualidade, e outras mil, muitas vezes são colocadas para se manter determinadas posições diante do grupo. O líder maduro, porém, reconhece que as máscaras não duram para sempre, e que mais cedo ou mais tarde todos reconhecerão quem realmente nós somos. O melhor caminho é reconhecer as falhas, esforçar-se para corrigi-las, e, através do que Deus vai operando em sua própria vida o grupo tem a oportunidade de crescer através do quanto consegue ver Deus agindo na vida do seu líder.
COMPETÊNCIA
O líder competente é aquele que conduz o seu grupo com sabedoria e de forma eficaz. Tudo o que se propõe a fazer procura realizar da melhor forma possível. Se ainda não possui o conhecimento necessário para desenvolver determinada atividade, procura adquiri-lo de forma a sempre levar segurança ao grupo com quem trabalha. O estudo de livros e as pesquisas para o aprimoramento das habilidades de liderança estão sempre presentes em sua vida.
CONFIANÇA
O líder confiante é aquele que possui uma fé sempre renovada. Confiança acima de tudo em Deus que o capacita a realizar a obra necessária. Confiança em si mesmo para não esmorecer diante dos problemas em geral, das críticas ou de seus próprios conflitos pessoais e fraquezas, quando poderia enfatizar mais suas próprias virtudes. Confiança no grupo com quem trabalha, apesar de sua provável limitação. Se não dermos um voto de confiança às pessoas que lideramos é possível que sempre monopolizemos a execução de todas as atividades, transformando nossos liderados em meros espectadores. 
ENTUSIASMO
Dificilmente alguém vai se propor a me acompanhar quando não demonstro entusiasmo naquilo que desejo realizar. O entusiasmo é a alegria expressa quando se almeja realizar algo de valor. O entusiasmo do líder precisa ser mantido durante a execução do trabalho, pois é ele que continua mantendo acesa a chama da motivação do grupo. 
INICIATIVA
A iniciativa tem a ver com a capacidade de tomar à frente de atividades. Não é necessariamente assumir a liderança sempre, mas pelo menos dar os primeiros passos enquanto outros temem fazê-lo. Significa assumir a responsabilidade sobre algo que precisa ser feito. O líder é aquele que vai à frente, por isso, precisa ter a qualidade da iniciativa, sem a qual nenhum projeto sairá da prancheta.
SERENIDADE
Muitas são as circunstâncias difíceis que cercam qualquer tipo de ministério. Se o líder não tiver a virtude da serenidade, logo seus liderados estarão confusos e temerosos quanto ao futuro do empreendimento. Jesus demonstra esta qualidade nas situações mais perigosas e estranhas de seu ministério. Em meio à tempestade ou à perseguição, o espírito equilibrado e sereno o mantém firme em qualquer situação. A serenidade também é um elemento indispensável no trato com as pessoas. Um líder sereno é altamente usado por Deus na transmissão de verdades eternas às pessoas que podem se expor à elas de uma forma tranqüila e segura, sabendo que seu líder nunca as maltratará ou fará qualquer outra coisa fora do espírito de brandura e mansidão. 
SIMPATIA
Através da simpatia nos aproximamos das pessoas com facilidade bem como facilitamos o caminho delas até nós. A simpatia é a capacidade de tornar a nossa presença agradável às pessoas com quem nos relacionamos. Na prática, uma pessoa considerada simpática é a que respeita os outros e, conseqüentemente que valoriza o cumprimento, o sorriso, o "por favor", o "desculpe-me", etc. Estamos falando de simpatia e não "hipocrisia". O líder não precisa fingir à respeito dos seus sentimentos quanto às pessoas; mas se é um cristão genuíno que sinceramente se preocupa com elas, certamente deixará fluir naturalmente toda a sua bondade em benefício dos outros.
TENACIDADE
A tenacidade é algo extremamente importante no ministério do líder. Refere-se à capacidade de persistir num determinado projeto mesmo em meio às adversidades. Infelizmente, muitos líderes não são mais dignos da confiança das pessoas porque não levaram adiante o que começaram a fazer no passado. Projetos e obras inacabados. Tarefas não concluídas. Por que me envolver com atividades que não serão devidamente concluídas? A tenacidade é a capacidade de persistir até que os objetivos sejam plenamente alcançados.
VISÃO
Embora a visão tenha sido deixada por último, é, no entanto, um dos elementos mais importantes na vida de um líder. Segundo George Barna no seu livro "O Poder da Visão" p. 32 (Abba Press), a visão quanto ao ministério significa "uma clara imagem de um futuro preferível, proporcionado por Deus aos Seus servos escolhidos, com base em uma acurada compreensão da vontade de Deus, do próprio eu e das circunstâncias". O que ele quis dizer refere-se a um quadro bem definido na mente e no coração quanto ao que deve acontecer ou ser realizado no futuro. Tal acontecimento é plenamente resultado da boa, perfeita e agradável vontade de Deus que Ele quer ver cumprida na terra, e para isso, revela aos seus filhos para que estes trabalhem pela sua concretização. Todo líder cristão precisa trabalhar em torno de uma visão. Uma visão que venha de Deus e para cumprir os propósitos de Deus. Sem uma visão de Deus, corremos o risco de passar a vida inteira investindo em projetos meramente humanos que nunca resultarão na glória de Deus.
CONCLUSÃO
O líder cristão que, pelo poder do Espírito Santo, for gradativamente moldado pelas qualidades mencionadas neste capítulo, com certeza será um poderoso instrumento de Deus para a execução dos seus propósitos na igreja e no mundo.
EXEMPLOS BÍBLICOS 
 
OBJETIVO DO ESTUDO
O objetivo desta lição é apresentar de forma mais clara tudo o que já mencionamos nas lições anteriores. Isto é possível através das experiências reais vividas pelos personagens bíblicos grandemente usados por Deus na execução de suas tarefas.

MOISÉS
Moisés se destaca pelas suas grandes virtudes:
a) Renúncia - Hebreus 11:24-25 diz: "Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado." 
b) Humildade - Moisés conversou com Deus face a face, mas nunca se considerou superior aos seus irmãos. Foi capaz de ouvir conselhos de homens de carne e osso como nós, como foi no caso do sogro Jetro à respeito de como seria melhor desenvolvida a sua liderança no meio do povo. (Ex. 18:27) 
c) Mansidão - Ele foi considerado o homem mais manso da terra (Nm. 12:3). Em meio à acusações e perseguições foi capaz de não abrir a sua boca contra ninguém, e nem em defesa própria. Submeteu-se totalmente ao juízo de Deus e foi justificado plenamente pela sua fé. 
d) Fidelidade - "E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa ..." Hebreus 3:5a. Apesar de toda a sua dificuldade inicial de atender ao chamado divino, Moisés, uma vez dado o primeiro passo seguiu em frente até o fim, sendo declarado a seu respeito que o seu procedimento foi fiel. 
DAVI
a) Um homem segundo o coração de Deus - Esta frase surge no contexto da tristeza de Deus por ter Saul reinando sobre o povo de Israel. Saul não era um homem cujo coração se inclinasse para as coisas de Deus, antes fazia a sua própria vontade. Davi, no entanto, é o homem cujo coração se inclina na mesma direção que o coração de Deus. 
Mesmos propósitos, ideais, ambições ...
b) Um homem quebrantado. Davi não foi um homem segundo o coração de Deus por se tratar de alguém perfeito em todos os seus caminhos. Davi cometeu pecados gravíssimos que comprometeram a sua própria vida, família e até mesmo sua nação. No entanto, possuía da parte de Deus um coração sensível, capaz de sofrer e chorar o seu próprio pecado. Capaz de não descansar enquanto não restaurasse sua comunhão com Deus.
c) Um homem zeloso por Deus. Desde a sua luta com o gigante Golias até os últimos momentos da sua vida, uma coisa percebemos na vida Davi: uma profunda determinação de zelar pelo Nome do Senhor. Seus atos, suas lutas, seus cânticos, seu reinado, estão impregnados de zelo por Deus. Sua liderança foi desenvolvida com um propósito bem definido de honrar até as últimas conseqüências o Nome do Altíssimo e de deixar bem claro para sua própria nação e para as nações vizinhas de que quem reinava em Israel não era "Davi" e sim o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
PAULO
a) Coragem - O apóstolo Paulo, dentre outras tremendas qualidades, demonstrou inquestionavelmente um espírito de coragem muito grande. Mesmo sabendo do perigo que corria ao pregar o evangelho em regiões de pouca ou quase nenhuma aceitação da mensagem, enfrentou os obstáculos e confiou exclusivamente em Deus para o livramento necessário. Coragem que sempre esteve presente nas diversas ocorrências de sofrimento e dor, como por exemplo as que são citadas em II Coríntios 6:4-5 "antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns . . .".
b) Determinação - Todo o ministério de Paulo foi marcado por uma determinação sem igual. No final do relato bíblico sobre o seu ministério, em Atos 21, temos um exemplo claro da sua determinação em realizar a obra de Deus. Mesmo advertido pelos irmãos sobre o perigo de subir à Jerusalém, Paulo não teme e continua a sua viagem (v. 4). Um pouco mais adiante, na casa de Filipe, Paulo também foi advertido sobre a sua prisão em Jerusalém caso permanecesse na mesma visão de pregar aos judeus (vs. 10-11). Sua resposta às advertências foi a seguinte: "Que fazeis chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus".
c) Ânimo - "Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação" Fp. 4:11.
d) Fé - "Pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito" Atos 27:25.
e) Amizade - "Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?" II Coríntios 12:15.
f) Humildade - "Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo" I Coríntios 15:9.
JESUS
Para falar sobre a liderança de Jesus e as suas qualidades, não ousamos destacar apenas algumas qualidades como fizemos com relação aos demais personagens aqui mencionados. 
Jesus é a liderança em pessoa. 
Jesus é a expressão máxima e perfeita do verdadeiro líder. 
Jesus é Aquele que convence sem palavras, apenas com um olhar. 
Jesus é Aquele que chama e não é questionado. 
Jesus é Aquele que julga não segundo o ouvir dos seus ouvidos mas segundo o reto juízo de Deus.
Apesar de não querermos destacar as qualidades de Jesus, por serem infinitas, desejamos, no entanto, enfatizar apenas um detalhe da sua liderança. Jesus foi capaz de investir seus últimos anos de vida em apenas doze pessoas e se reproduzir nelas. Jesus desenvolveu a sua liderança de forma estratégica. Sabia que o seu tempo aqui na terra era limitado, bem como limitado estava em seu próprio corpo para atender a tantas necessidades de todos os lugares. Estrategicamente escolhe doze pessoas e dá-lhes a missão de fazerem o mesmo com outras pessoas, ou seja, sucessivamente, cada um formando novos discípulos, como Ele mesmo o fez. 
Poderíamos aqui destacar muitos feitos de Jesus como curas, milagres, ensinos, pregações, visitas, etc.; mas, em termos de liderança, Jesus montou um esquema do qual nós mesmos hoje somos fruto.
A estrutura do discipulado fez com que o evangelho se expandisse mesmo após a sua morte. Portanto, a liderança de Jesus se destaca pelo fato da continuidade que teve o seu ministério mesmo após a sua morte. 
Todo líder precisa aprender que o verdadeiro líder é aquele que não somente exerce uma boa liderança em seus próprios dias, mas que estabelece um bom fundamento para que outros possam dar continuidade ao que ele começou.
CONCLUSÃO
Não tivemos por objetivo citar todas as qualidades dos personagens citados nesta obra. Se tivéssemos tal pretensão, com certeza, livros e livros teriam que ser escritos e ainda assim não seriam suficientes. Mas através dos exemplos descritos, temos condições de perceber que os homens e as mulheres que se propuserem a servir a Deus no ministério da liderança, precisam ser pessoas modeladas por Deus e por Sua Palavra. Pessoas de caráter, de virtudes, e de qualidades que demonstrem, não somente ao grupo com quem trabalham mas também ao mundo, que foram pessoas transformadas por Deus e que, portanto, servem de exemplo e de motivação para que outros também possam trilhar o mesmo caminho glorioso de lapidação pelas mãos do Altíssimo.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O QUE É LIDERANÇA? </p>
<p>OBJETIVO DO ESTUDO<br />
O desejo do nosso coração é que ao término desta lição você tenha uma nova visão sobre o que vem a ser liderança. Conhecendo um pouco mais sobre o assunto e levando em consideração a grande necessidade de líderes genuínos usados por Deus nesta geração em que vivemos, cremos que algo novo brotará em seu coração, impulsionando-o para um ministério abençoado sob a suprema liderança do Espírito Santo.<br />
INTRODUÇÃO<br />
Para falar sobre liderança precisamos antes falar sobre o líder, tendo em vista que liderança é a função do líder. Líder, por sua vez, é aquele que está à frente de um determinado grupo e que tem a responsabilidade de motivar, guiar, instruir e conduzir tal grupo ou equipe a atingir seus objetivos e ideais. A esta influência positiva do líder sobre os seus liderados chamamos de liderança.<br />
Infelizmente, o conceito de liderança muitas vezes é interpretado erroneamente. Há uma diferença muito grande entre &#8220;chefiar&#8221; e &#8220;liderar&#8221;. Nem sempre um chefe é um líder, bem como aquele que lidera nem sempre ocupa um cargo de chefia. O chefe é instituído formalmente por nomeação; por exemplo, um chefe de setor de uma empresa.<br />
O líder pode não depender de uma nomeação, pois a sua liderança é natural e reconhecida. O chefe tem a missão de atingir objetivos utilizando-se dos recursos humanos e materiais, enquanto que o líder trabalha com as pessoas à fim de motivá-las e encorajá-las a alcançarem os objetivos propostos. As ordens de um chefe são obedecidas por força da sua posição. A liderança de um líder é reconhecida e seguida voluntariamente, sem imposição. O verdadeiro líder nunca usará tal expressão: &#8220;Aqui quem manda sou eu !!!&#8221;. Ele não precisa disto por não ter subordinados e sim seguidores. </p>
<p>COMO SURGE A LIDERANÇA<br />
Há pessoas que acreditam que o líder já nasce líder e que é só deixá-lo à vontade que ele vai fazer fluir a sua liderança naturalmente. Outros, porém, crêem que todos nós temos um potencial de liderança que precisa ser desenvolvido e aperfeiçoado.<br />
Creio, particularmente, que as duas posições podem ser consideradas verdadeiras, contanto que observemos algumas coisas. Por exemplo, o líder nato, embora esteja livre para fazer fluir a sua liderança, precisa de acompanhamento de pessoas mais maduras que o orientarão no exercício da sua liderança para que, por falhas de caráter principalmente, não venha a se tornar um ditador ou alguém em quem não se pode confiar. Por outro lado, os que não podem ser considerados líderes natos mas que possuem um potencial de liderança a ser desenvolvido, precisam aprender técnicas de liderança que os ajudarão a desenvolverem seus ministérios com maior eficácia. No entanto, esse último grupo precisa estar consciente de que todas as técnicas de liderança se tornarão inúteis se o líder não possuir uma personalidade firme, ou se possuir uma auto-estima muito fraca. Portanto, maturidade emocional e técnicas de liderança são dois ingredientes essenciais para o líder.</p>
<p>O DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA<br />
Creio que tanto para o líder nato como para o que apenas tem um potencial de liderança a ser desenvolvido, trabalhar para que tal liderança seja cada vez mais benéfica para o próximo é dever de cada um.<br />
Podemos definir como parte integrante do índice de elementos que devem fazer parte da vida de um líder, os seguintes pontos:<br />
CONHECIMENTO<br />
Quem exerce a liderança precisa estar sempre envolvido na arte de conhecer as suas atribuições e funções, bem como procurando sempre se aperfeiçoar no conhecimento da personalidade das pessoas com quem ele está trabalhando, para que esteja inteirado das suas necessidades, ambições e desejos. Não precisamos de muitos argumentos para dizer que cada pessoa é um mundo, diferente um do outro, e que especializar-se no trato com as pessoas é dever de cada pessoa que se propôs a conduzi-las.<br />
Já comentamos que além do conhecimento das atribuições e das pessoas, o líder precisa se inteirar constantemente das técnicas de liderança que, uma vez aplicadas, serão de grande valia no seu ministério.<br />
RESPONSABILIDADE<br />
A responsabilidade é, sem dúvida, um elemento indispensável no exercício da liderança. É ela quem vai levar o líder a traçar metas, fixar alvos, e planejar os objetivos; e é ela quem vai estimulá-lo a permanecer perseverantemente até conquistar os objetivos determinados. Sem responsabilidade não se fixa metas, nem se chega a lugar algum. Um líder responsável sabe que o seu trabalho se propõe a realizar alguma coisa e que as pessoas que estão envolvidas em seu ministério não podem correr o risco de estarem investindo tempo, motivação, dinheiro (às vezes), em coisas que não chegam a lugar algum. A responsabilidade vai determinar um início, um desenvolvimento e uma conclusão para cada projeto em que se trabalha, de forma, que cada pessoa, tanto o líder como os liderados, podem afirmar com satisfação: &#8220;estou realizando algo de valor!&#8221;.<br />
SENSIBILIDADE<br />
Alguém que evidencia uma boa liderança no trato com crianças pode não ser tão bom assim com adolescentes. O que ocupa muito bem o cargo de subchefia ao ser promovido para chefe pode não se dar tão bem como antes. É claro que isto é apenas uma possibilidade, e não uma regra geral. No entanto, precisamos de sensibilidade para saber qual é o nosso melhor lugar de atuação para que não nos frustremos a nós mesmos e aos outros. Sensibilidade para saber quando é necessário recuar ao invés de avançar. Sensibilidade para recusar uma promoção para um cargo para o qual não se está devidamente preparado, mas também sensibilidade para aceitar desafios mesmo quando alguns se mostram temerosos. Sensibilidade com boa dose de humildade para saber ceder o seu posto de liderança e entregá-lo a uma outra pessoa quando o grupo se vê prejudicado com a sua liderança. Inevitavelmente surge em nossas mentes quando tratamos desse assunto a palavra &#8220;incompetência&#8221;. Incompetência para liderar numa determinada área. Porém, por mais forte que possa parecer essa palavra, devemos entender que a incompetência pode se limitar apenas àquela determinada atividade que está se desenvolvendo e não, necessariamente, uma incompetência ligada a tudo o que se faz.<br />
CONCLUSÃO<br />
Nos próximos capítulos vamos continuar trabalhando em torno deste tema, procurando entender mais especificamente qual o papel do líder no corpo de Cristo, o perfil do líder e alguns exemplos bíblicos de como exerceram seus papéis os líderes que foram poderosamente usados por Deus no passado.<br />
O PAPEL DO LÍDER NO CORPO </p>
<p>OBJETIVO DO ESTUDO<br />
Temos por objetivo ajudá-lo a entender qual o papel do líder no corpo de Cristo. No final desta lição você deverá compreender claramente o que deve fazer ou desenvolver, a pessoa que ocupa a função de liderança dentro do Reino de Deus.<br />
UM LÍDER, UM ADMINISTRADOR<br />
O papel principal do líder dentro do corpo de Cristo ou dentro de qualquer outro segmento, seja religioso ou não, está relacionado à administração. Administrar é conseguir as coisas feitas através de outras pessoas. Portanto, na arte de liderar o líder sempre está envolvido com as pessoas, delegando responsabilidades, supervisionando o trabalho, corrigindo falhas, estipulando prazos, etc. Se a sua administração for boa as coisas serão feitas satisfatoriamente e as pessoas se sentirão realizadas. Se a administração for má, é possível que não se atinjam os objetivos e as pessoas saiam frustradas. De maneira que não dá para fugir da responsabilidade administrativa. A administração é um dom de Deus. A capacidade de organizar as coisas para facilitar o trabalho das outras pessoas é uma habilidade divina que todo líder deve se empenhar mais e mais para buscá-la. Nenhum líder pode se dar o direito de querer continuar liderando sem se esmerar no desenvolvimento das habilidades administrativas. Em outras palavras, ele não tem o direito de dizer: &#8220;Quero liderar mas não quero administrar!&#8221;.<br />
Isto não existe. O líder, necessariamente, precisa ser um administrador. Em alguns casos, tomando como exemplo o próprio ministério pastoral, o pastor acha por bem convidar alguém da sua congregação para desempenhar funções administrativas na igreja. Não há nenhum problema quanto a isto. Um administrador que auxilie o pastor no exercício do ministério tirará dele a sobrecarga e o liberará para o ministério da oração, da Palavra, e do cuidado das ovelhas.<br />
No entanto, mesmo neste caso, o pastor precisa se conscientizar que ele mesmo continua sendo o administrador geral. Qualquer outro trabalho administrativo pode e deve ser realizado por uma outra pessoa como forma de cooperação, mas a visão maior vem do pastor. Todos os administradores trabalham dentro da visão que o pastor transmitiu, sendo que este mesmo é o delegador de responsabilidades e supervisor geral.<br />
No exercício da administração o líder vai se ver incumbido de três responsabilidades: planejar, executar, avaliar. À respeito disto vamos falar agora:<br />
PLANEJAR<br />
Planejar é a arte de fazer com que as coisas aconteçam. O planejamento envolve, em primeiro lugar, estabelecer alvos definidos a curto, médio, e longo prazos. Para que o planejamento seja eficaz o líder precisa ter a &#8220;visão&#8221; bem definida em sua mente do que quer fazer ou realizar. Uma visão clara o ajudará a transmitir aos outros da sua equipe de forma que todos saibam responder às seguintes perguntas: o que fazer? onde fazer? quando fazer? com que fazer? como fazer? por que fazer? Outra questão a considerar é se os alvos dentro do planejamento são realmente relevantes ou apenas românticos e belos. Será que o que se almeja é a prioridade para o momento ou se teria outra coisa mais urgente e necessária para se atingir?! Precisamos ver também se os alvos que estamos estabelecendo são possíveis ou se estamos sujeitando nossa equipe ao fracasso e à frustração.<br />
Mais uma questão a ser considerada é se os alvos já fazem parte da motivação de todo o grupo porque ele já partilha do mesmo ideal do líder, ou se eles foram estabelecidos apenas para satisfazer uma ambição pessoal do líder, em nada beneficiando os demais membros do grupo.<br />
De forma prática o planejamento envolve alguns passos que resumidamente queremos apresentar:<br />
Para começar a caminhar para algum lugar, primeiro precisa se saber onde está.<br />
1.Trace os objetivos.<br />
2.Estabeleça os alvos.<br />
3.Destaque as prioridades.<br />
4.Identifique os obstáculos.<br />
5.Verifique os recursos disponíveis.<br />
6.Distribua responsabilidades.<br />
7.Seja flexível. Qualquer plano pode ser modificado.<br />
EXECUTAR<br />
Quando há um bom planejamento a execução pode transcorrer de forma tranqüila. Às vezes, um planejamento pode durar horas, meses, e até mesmo anos, para uma execução de poucos minutos. A execução é o grupo em ação colocando em prática o que foi idealizado no papel.<br />
Na execução de um projeto bem planejado, o líder assume a função de coordenador, acompanhando passo a passo o desenvolvimento do trabalho. Através deste acompanhamento ele terá condições de corrigir eventuais problemas para que o trabalho retome o seu curso normal e não seja interrompido no caminho.<br />
AVALIAR<br />
Para muitos a avaliação de um trabalho realizado é desnecessária, justamente por se tratar de uma realização já passada. Pra que discutir à respeito de algo já realizado? Na verdade, a avaliação é tanto importante quanto o planejamento e a execução. A avaliação é importante por vários motivos. Eis alguns deles:<br />
1. Encarar de frente os erros cometidos. Através de uma avaliação coerente, sincera e madura, os erros serão expostos e, se corrigidos, poderão não acontecer mais em um novo empreendimento. Quando não há avaliação as falhas continuam encobertas e poderão manifestar-se novamente a qualquer novo trabalho.<br />
2. A avaliação dá margem para as críticas. Se o líder for maduro o suficiente para lidar com elas, reagindo de forma equilibrada e humilde, poderá dar um excelente exemplo aos seus liderados de como se reage às críticas, o que favorece o crescimento espiritual de todos.<br />
3. Diante das falhas, tanto o líder quanto seus liderados necessitam de uma graça especial de Deus para lidarem com os sentimentos contraditórios em seu interior. Isto é bom pelo fato do desenvolvimento da dependência de Deus também para este tipo de coisas. Diante dos acertos e da possibilidade da vanglória, igualmente a presença de Deus precisa se manifestar para que a vitória não se transforme num fracasso espiritual. Em todos os casos a equipe é impulsionada a uma experiência madura com Deus, tanto nos acertos quanto nos erros.<br />
4. A avaliação lança a plataforma para novos planejamentos. É a ponte entre um projeto e outro. </p>
<p>CONCLUSÃO<br />
A liderança no corpo de Cristo deve trabalhar de forma coerente e lógica. Sim, estamos lidando com coisas espirituais relacionadas ao reino de Deus e à sua igreja, no entanto, devemos fazer todas as coisas com os pés no chão embora com a cabeça no céu. Planejamento, execução e avaliação devem parte de toda a administração sensata que se propõe a fazer algo de valor, principalmente quando se trata do Reino de Deus.<br />
Que através da lição de hoje, cada líder se esmere mais e mais na arte da administração que tanto há de beneficiar o glorioso Corpo de Cristo por quem Ele morreu.<br />
O PERFIL DO LÍDER </p>
<p>OBJETIVO DO ESTUDO<br />
Ao final deste estudo você precisa saber identificar quais as características principais que precisam existir no líder. Características que devem fazer parte do estilo de vida do líder que o ajudarão a desenvolver o seu ministério.<br />
INTRODUÇÃO<br />
Vamos estudar neste capítulo as qualidades que devem se fazer sempre presente na vida do líder, principalmente do líder cristão.<br />
AMBIÇÃO<br />
A ambição faz parte da lista de qualidades de um líder. Embora esta palavra muitas vezes tenha uma conotação negativa, ela se refere à motivação interior do indivíduo para conquistar o que deseja. Se o nosso desejo de conquista se limita às nossas coisas tão somente para o nosso próprio proveito e não o de Deus, então a ambição é negativa. Mas quando se trata das coisas de Deus, nada melhor do que uma boa ambição como uma mola propulsora para conquistar cada vez maiores e melhores coisas para Ele.<br />
AUTENTICIDADE<br />
A autenticidade refere-se ao que é verdadeiro. O líder precisa ser autêntico ou verdadeiro quanto ao que diz e faz. O seu ensino precisa ser coerente com o seu procedimento. Não estamos falando sobre perfeição mas sobre uma atitude sincera diante de Deus e dos homens. Um desejo de corrigir seus próprios erros e falhas em concordância com o seu próprio ensino aos outros. Autenticidade significa não ter medo de transparecer o que a pessoa realmente é.<br />
O líder imaturo procura passar uma imagem que nem sempre condiz com a verdade. Máscaras de santidade, de autoridade, de espiritualidade, e outras mil, muitas vezes são colocadas para se manter determinadas posições diante do grupo. O líder maduro, porém, reconhece que as máscaras não duram para sempre, e que mais cedo ou mais tarde todos reconhecerão quem realmente nós somos. O melhor caminho é reconhecer as falhas, esforçar-se para corrigi-las, e, através do que Deus vai operando em sua própria vida o grupo tem a oportunidade de crescer através do quanto consegue ver Deus agindo na vida do seu líder.<br />
COMPETÊNCIA<br />
O líder competente é aquele que conduz o seu grupo com sabedoria e de forma eficaz. Tudo o que se propõe a fazer procura realizar da melhor forma possível. Se ainda não possui o conhecimento necessário para desenvolver determinada atividade, procura adquiri-lo de forma a sempre levar segurança ao grupo com quem trabalha. O estudo de livros e as pesquisas para o aprimoramento das habilidades de liderança estão sempre presentes em sua vida.<br />
CONFIANÇA<br />
O líder confiante é aquele que possui uma fé sempre renovada. Confiança acima de tudo em Deus que o capacita a realizar a obra necessária. Confiança em si mesmo para não esmorecer diante dos problemas em geral, das críticas ou de seus próprios conflitos pessoais e fraquezas, quando poderia enfatizar mais suas próprias virtudes. Confiança no grupo com quem trabalha, apesar de sua provável limitação. Se não dermos um voto de confiança às pessoas que lideramos é possível que sempre monopolizemos a execução de todas as atividades, transformando nossos liderados em meros espectadores.<br />
ENTUSIASMO<br />
Dificilmente alguém vai se propor a me acompanhar quando não demonstro entusiasmo naquilo que desejo realizar. O entusiasmo é a alegria expressa quando se almeja realizar algo de valor. O entusiasmo do líder precisa ser mantido durante a execução do trabalho, pois é ele que continua mantendo acesa a chama da motivação do grupo.<br />
INICIATIVA<br />
A iniciativa tem a ver com a capacidade de tomar à frente de atividades. Não é necessariamente assumir a liderança sempre, mas pelo menos dar os primeiros passos enquanto outros temem fazê-lo. Significa assumir a responsabilidade sobre algo que precisa ser feito. O líder é aquele que vai à frente, por isso, precisa ter a qualidade da iniciativa, sem a qual nenhum projeto sairá da prancheta.<br />
SERENIDADE<br />
Muitas são as circunstâncias difíceis que cercam qualquer tipo de ministério. Se o líder não tiver a virtude da serenidade, logo seus liderados estarão confusos e temerosos quanto ao futuro do empreendimento. Jesus demonstra esta qualidade nas situações mais perigosas e estranhas de seu ministério. Em meio à tempestade ou à perseguição, o espírito equilibrado e sereno o mantém firme em qualquer situação. A serenidade também é um elemento indispensável no trato com as pessoas. Um líder sereno é altamente usado por Deus na transmissão de verdades eternas às pessoas que podem se expor à elas de uma forma tranqüila e segura, sabendo que seu líder nunca as maltratará ou fará qualquer outra coisa fora do espírito de brandura e mansidão.<br />
SIMPATIA<br />
Através da simpatia nos aproximamos das pessoas com facilidade bem como facilitamos o caminho delas até nós. A simpatia é a capacidade de tornar a nossa presença agradável às pessoas com quem nos relacionamos. Na prática, uma pessoa considerada simpática é a que respeita os outros e, conseqüentemente que valoriza o cumprimento, o sorriso, o &#8220;por favor&#8221;, o &#8220;desculpe-me&#8221;, etc. Estamos falando de simpatia e não &#8220;hipocrisia&#8221;. O líder não precisa fingir à respeito dos seus sentimentos quanto às pessoas; mas se é um cristão genuíno que sinceramente se preocupa com elas, certamente deixará fluir naturalmente toda a sua bondade em benefício dos outros.<br />
TENACIDADE<br />
A tenacidade é algo extremamente importante no ministério do líder. Refere-se à capacidade de persistir num determinado projeto mesmo em meio às adversidades. Infelizmente, muitos líderes não são mais dignos da confiança das pessoas porque não levaram adiante o que começaram a fazer no passado. Projetos e obras inacabados. Tarefas não concluídas. Por que me envolver com atividades que não serão devidamente concluídas? A tenacidade é a capacidade de persistir até que os objetivos sejam plenamente alcançados.<br />
VISÃO<br />
Embora a visão tenha sido deixada por último, é, no entanto, um dos elementos mais importantes na vida de um líder. Segundo George Barna no seu livro &#8220;O Poder da Visão&#8221; p. 32 (Abba Press), a visão quanto ao ministério significa &#8220;uma clara imagem de um futuro preferível, proporcionado por Deus aos Seus servos escolhidos, com base em uma acurada compreensão da vontade de Deus, do próprio eu e das circunstâncias&#8221;. O que ele quis dizer refere-se a um quadro bem definido na mente e no coração quanto ao que deve acontecer ou ser realizado no futuro. Tal acontecimento é plenamente resultado da boa, perfeita e agradável vontade de Deus que Ele quer ver cumprida na terra, e para isso, revela aos seus filhos para que estes trabalhem pela sua concretização. Todo líder cristão precisa trabalhar em torno de uma visão. Uma visão que venha de Deus e para cumprir os propósitos de Deus. Sem uma visão de Deus, corremos o risco de passar a vida inteira investindo em projetos meramente humanos que nunca resultarão na glória de Deus.<br />
CONCLUSÃO<br />
O líder cristão que, pelo poder do Espírito Santo, for gradativamente moldado pelas qualidades mencionadas neste capítulo, com certeza será um poderoso instrumento de Deus para a execução dos seus propósitos na igreja e no mundo.<br />
EXEMPLOS BÍBLICOS </p>
<p>OBJETIVO DO ESTUDO<br />
O objetivo desta lição é apresentar de forma mais clara tudo o que já mencionamos nas lições anteriores. Isto é possível através das experiências reais vividas pelos personagens bíblicos grandemente usados por Deus na execução de suas tarefas.</p>
<p>MOISÉS<br />
Moisés se destaca pelas suas grandes virtudes:<br />
a) Renúncia - Hebreus 11:24-25 diz: &#8220;Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado.&#8221;<br />
b) Humildade - Moisés conversou com Deus face a face, mas nunca se considerou superior aos seus irmãos. Foi capaz de ouvir conselhos de homens de carne e osso como nós, como foi no caso do sogro Jetro à respeito de como seria melhor desenvolvida a sua liderança no meio do povo. (Ex. 18:27)<br />
c) Mansidão - Ele foi considerado o homem mais manso da terra (Nm. 12:3). Em meio à acusações e perseguições foi capaz de não abrir a sua boca contra ninguém, e nem em defesa própria. Submeteu-se totalmente ao juízo de Deus e foi justificado plenamente pela sua fé.<br />
d) Fidelidade - &#8220;E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa &#8230;&#8221; Hebreus 3:5a. Apesar de toda a sua dificuldade inicial de atender ao chamado divino, Moisés, uma vez dado o primeiro passo seguiu em frente até o fim, sendo declarado a seu respeito que o seu procedimento foi fiel.<br />
DAVI<br />
a) Um homem segundo o coração de Deus - Esta frase surge no contexto da tristeza de Deus por ter Saul reinando sobre o povo de Israel. Saul não era um homem cujo coração se inclinasse para as coisas de Deus, antes fazia a sua própria vontade. Davi, no entanto, é o homem cujo coração se inclina na mesma direção que o coração de Deus.<br />
Mesmos propósitos, ideais, ambições &#8230;<br />
b) Um homem quebrantado. Davi não foi um homem segundo o coração de Deus por se tratar de alguém perfeito em todos os seus caminhos. Davi cometeu pecados gravíssimos que comprometeram a sua própria vida, família e até mesmo sua nação. No entanto, possuía da parte de Deus um coração sensível, capaz de sofrer e chorar o seu próprio pecado. Capaz de não descansar enquanto não restaurasse sua comunhão com Deus.<br />
c) Um homem zeloso por Deus. Desde a sua luta com o gigante Golias até os últimos momentos da sua vida, uma coisa percebemos na vida Davi: uma profunda determinação de zelar pelo Nome do Senhor. Seus atos, suas lutas, seus cânticos, seu reinado, estão impregnados de zelo por Deus. Sua liderança foi desenvolvida com um propósito bem definido de honrar até as últimas conseqüências o Nome do Altíssimo e de deixar bem claro para sua própria nação e para as nações vizinhas de que quem reinava em Israel não era &#8220;Davi&#8221; e sim o Rei dos reis e Senhor dos senhores.<br />
PAULO<br />
a) Coragem - O apóstolo Paulo, dentre outras tremendas qualidades, demonstrou inquestionavelmente um espírito de coragem muito grande. Mesmo sabendo do perigo que corria ao pregar o evangelho em regiões de pouca ou quase nenhuma aceitação da mensagem, enfrentou os obstáculos e confiou exclusivamente em Deus para o livramento necessário. Coragem que sempre esteve presente nas diversas ocorrências de sofrimento e dor, como por exemplo as que são citadas em II Coríntios 6:4-5 &#8220;antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns . . .&#8221;.<br />
b) Determinação - Todo o ministério de Paulo foi marcado por uma determinação sem igual. No final do relato bíblico sobre o seu ministério, em Atos 21, temos um exemplo claro da sua determinação em realizar a obra de Deus. Mesmo advertido pelos irmãos sobre o perigo de subir à Jerusalém, Paulo não teme e continua a sua viagem (v. 4). Um pouco mais adiante, na casa de Filipe, Paulo também foi advertido sobre a sua prisão em Jerusalém caso permanecesse na mesma visão de pregar aos judeus (vs. 10-11). Sua resposta às advertências foi a seguinte: &#8220;Que fazeis chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus&#8221;.<br />
c) Ânimo - &#8220;Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação&#8221; Fp. 4:11.<br />
d) Fé - &#8220;Pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito&#8221; Atos 27:25.<br />
e) Amizade - &#8220;Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?&#8221; II Coríntios 12:15.<br />
f) Humildade - &#8220;Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo&#8221; I Coríntios 15:9.<br />
JESUS<br />
Para falar sobre a liderança de Jesus e as suas qualidades, não ousamos destacar apenas algumas qualidades como fizemos com relação aos demais personagens aqui mencionados.<br />
Jesus é a liderança em pessoa.<br />
Jesus é a expressão máxima e perfeita do verdadeiro líder.<br />
Jesus é Aquele que convence sem palavras, apenas com um olhar.<br />
Jesus é Aquele que chama e não é questionado.<br />
Jesus é Aquele que julga não segundo o ouvir dos seus ouvidos mas segundo o reto juízo de Deus.<br />
Apesar de não querermos destacar as qualidades de Jesus, por serem infinitas, desejamos, no entanto, enfatizar apenas um detalhe da sua liderança. Jesus foi capaz de investir seus últimos anos de vida em apenas doze pessoas e se reproduzir nelas. Jesus desenvolveu a sua liderança de forma estratégica. Sabia que o seu tempo aqui na terra era limitado, bem como limitado estava em seu próprio corpo para atender a tantas necessidades de todos os lugares. Estrategicamente escolhe doze pessoas e dá-lhes a missão de fazerem o mesmo com outras pessoas, ou seja, sucessivamente, cada um formando novos discípulos, como Ele mesmo o fez.<br />
Poderíamos aqui destacar muitos feitos de Jesus como curas, milagres, ensinos, pregações, visitas, etc.; mas, em termos de liderança, Jesus montou um esquema do qual nós mesmos hoje somos fruto.<br />
A estrutura do discipulado fez com que o evangelho se expandisse mesmo após a sua morte. Portanto, a liderança de Jesus se destaca pelo fato da continuidade que teve o seu ministério mesmo após a sua morte.<br />
Todo líder precisa aprender que o verdadeiro líder é aquele que não somente exerce uma boa liderança em seus próprios dias, mas que estabelece um bom fundamento para que outros possam dar continuidade ao que ele começou.<br />
CONCLUSÃO<br />
Não tivemos por objetivo citar todas as qualidades dos personagens citados nesta obra. Se tivéssemos tal pretensão, com certeza, livros e livros teriam que ser escritos e ainda assim não seriam suficientes. Mas através dos exemplos descritos, temos condições de perceber que os homens e as mulheres que se propuserem a servir a Deus no ministério da liderança, precisam ser pessoas modeladas por Deus e por Sua Palavra. Pessoas de caráter, de virtudes, e de qualidades que demonstrem, não somente ao grupo com quem trabalham mas também ao mundo, que foram pessoas transformadas por Deus e que, portanto, servem de exemplo e de motivação para que outros também possam trilhar o mesmo caminho glorioso de lapidação pelas mãos do Altíssimo.
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